Notícias

  • 25/02/2026 - NOTA DE REPÚDIO DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, MINORIAS E IGUALDADE RACIAL
    A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial aprovou hoje, a partir de requerimentos de moção de repúdio protocolados pelos deputados Erika Kokay e Messias Donato, uma Nota de Repúdio do Colegiado à recente decisão proferida pela 9ª Câmara Criminal Especializada do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que, por maioria, absolveu um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 12 anos.
  • 25/11/2024 - Seminário na Câmara discute enfrentamento à violência política de gênero e raça
    Iniciativa reúne comissões e Instituto E Se Fosse Você? e busca fortalecer redes de proteção e promover ações contra ataques políticos direcionados a mulheres e minorias.
  • 01/11/2024 - Comissão de Direitos Humanos organiza evento internacional na Câmara Federal
    No próximo dia 5 de novembro, às 9h, a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara dos Deputados, presidida pela deputada Daiana Santos (PCdoB-RS), realizará o evento "Justiça Racial no Cenário Internacional". O encontro discutirá o cumprimento, no Brasil, das recomendações do Mecanismo Internacional de Especialistas para o avanço da igualdade e justiça racial, além dos encaminhamentos do Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU e da Conferência da Diáspora Africana, realizada em Salvador no mês de setembro.
  • Mães de Maio revivem assassinatos dos filhos, pedem justiça e atendimento psicossocial na CDHMIR
    Representantes das Mães de Maio- movimento independente que luta pela memória, pela verdade e por justiça para todas as vítimas da violência institucional e policial contra a população negra, pobre e os movimentos sociais- provenientes de vários estados têm realizado uma verdadeira peregrinação pelo País. Ao participar de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara (CDHMIR), as Mães de Maio puderam recontar suas histórias, cobrar um posicionamento do Estado sobre os crimes e debater o projeto de lei (PL 2.999/22), do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que prevê acolhimento às mães e familiares das vítimas e/ou vítimas sobreviventes de ações violentas do Estado, por meio da atenção integral. Segundo a fundadora das Mães de Maio, Débora Silva, são 17 anos de luta e até hoje o Estado não reconheceu os crimes de mais de 600 jovens negros e pobres- a maioria das vítimas com idade de 15 a 24 anos- em São Paulo e na Baixada Santista. “Estamos aqui na Comissão de Direitos Humanos com uma equipe de mães para defender a aprovação do projeto de lei, que cria a Lei Mães de Maio. Um projeto que não vai trazer nossos filhos de volta, mas que prevê acolhimento e uma reparação psicossocial às mães, as famílias e aos sobreviventes desse massacre. A gente não consegue ver tantas mães sofrendo, enterrando seus filhos e sendo enterradas. O Estado está matando nossos filhos e as nossas mães”, afirmou Débora. De acordo com o deputado Orlando Silva, o projeto foi construído em diálogo com a sociedade civil e com vários movimentos sociais. “Defendemos a revisão do papel do Estado na garantia dos Direitos Humanos, que infelizmente tem sido omisso quando não protetor dos que praticam a violência, e a reparação às mães, que choram a perda dos seus entes queridos, muitas vezes provedores das casas e aos familiares das vítimas da violência do Estado, que é um padrão, sobretudo, em relação aos jovens negros e da periferia”, alegou o deputado. Ao manifestar solidariedade as Mães de Maio, o Secretário Nacional de Acesso à Justiça, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Marivaldo de Castro Pereira classificou como “impossível” ir a periferia e estar em um espaço como gestor público e não ter como meta a luta pelo extermínio da nossa juventude “pelo simples fato de ser negra, de ser pobre e de ser alvo de violência daquele que deveria proteger e levar o serviço de segurança pública que é um direito constitucional. ” Também participaram como debatedores Fernanda Balera, Defensora Pública de São Paulo; Gabriel Sampaio, Diretor de Incidência e Litígio da Conectas Direitos Humanos; Lia Maria Manso Siqueira, representante do Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania; Tamires Sampaio, representante do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. A audiência pública foi requerida pela segunda vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara (CDHMIR), deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e subscrita pela deputada Luzianne Lins (PT-CE), presidente do colegiado. De acordo com Erika Hilton "o problema da violência não é apenas das Mães de Maio, mas do povo brasileiro, do Brasil e da maneira como o Estado se organiza."
  • Mães de Maio revivem assassinatos dos filhos, pedem justiça e atendimento psicossocial na CDHMIR
    Representantes das Mães de Maio- movimento independente que luta pela memória, pela verdade e por justiça para todas as vítimas da violência institucional e policial contra a população negra, pobre e os movimentos sociais- provenientes de vários estados têm realizado uma verdadeira peregrinação pelo País. Ao participar de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara (CDHMIR), as Mães de Maio puderam recontar suas histórias, cobrar um posicionamento do Estado sobre os crimes e debater o projeto de lei (PL 2.999/22), do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que prevê acolhimento às mães e familiares das vítimas e/ou vítimas sobreviventes de ações violentas do Estado, por meio da atenção integral. Segundo a fundadora das Mães de Maio, Débora Silva, são 17 anos de luta e até hoje o Estado não reconheceu os crimes de mais de 600 jovens negros e pobres- a maioria das vítimas com idade de 15 a 24 anos- em São Paulo e na Baixada Santista. “Estamos aqui na Comissão de Direitos Humanos com uma equipe de mães para defender a aprovação do projeto de lei, que cria a Lei Mães de Maio. Um projeto que não vai trazer nossos filhos de volta, mas que prevê acolhimento e uma reparação psicossocial às mães, as famílias e aos sobreviventes desse massacre. A gente não consegue ver tantas mães sofrendo, enterrando seus filhos e sendo enterradas. O Estado está matando nossos filhos e as nossas mães”, afirmou Débora. De acordo com o deputado Orlando Silva, o projeto foi construído em diálogo com a sociedade civil e com vários movimentos sociais. “Defendemos a revisão do papel do Estado na garantia dos Direitos Humanos, que infelizmente tem sido omisso quando não protetor dos que praticam a violência, e a reparação às mães, que choram a perda dos seus entes queridos, muitas vezes provedores das casas e aos familiares das vítimas da violência do Estado, que é um padrão, sobretudo, em relação aos jovens negros e da periferia”, alegou o deputado. Ao manifestar solidariedade as Mães de Maio, o Secretário Nacional de Acesso à Justiça, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Marivaldo de Castro Pereira classificou como “impossível” ir a periferia e estar em um espaço como gestor público e não ter como meta a luta pelo extermínio da nossa juventude “pelo simples fato de ser negra, de ser pobre e de ser alvo de violência daquele que deveria proteger e levar o serviço de segurança pública que é um direito constitucional. ” Também participaram como debatedores Fernanda Balera, Defensora Pública de São Paulo; Gabriel Sampaio, Diretor de Incidência e Litígio da Conectas Direitos Humanos; Lia Maria Manso Siqueira, representante do Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania; Tamires Sampaio, representante do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. A audiência pública foi requerida pela segunda vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara (CDHMIR), deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e subscrita pela deputada Luzianne Lins (PT-CE), presidente do colegiado. De acordo com Erika Hilton "o problema da violência não é apenas das Mães de Maio, mas do povo brasileiro, do Brasil e da maneira como o Estado se organiza."
  • Mães de Maio revivem assassinatos dos filhos, pedem justiça e atendimento psicossocial na CDHMIR
    Representantes das Mães de Maio- movimento independente que luta pela memória, pela verdade e por justiça para todas as vítimas da violência institucional e policial contra a população negra, pobre e os movimentos sociais- provenientes de vários estados têm realizado uma verdadeira peregrinação pelo País. Ao participar de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara (CDHMIR), as Mães de Maio puderam recontar suas histórias, cobrar um posicionamento do Estado sobre os crimes e debater o projeto de lei (PL 2.999/22), do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), que prevê acolhimento às mães e familiares das vítimas e/ou vítimas sobreviventes de ações violentas do Estado, por meio da atenção integral. Segundo a fundadora das Mães de Maio, Débora Silva, são 17 anos de luta e até hoje o Estado não reconheceu os crimes de mais de 600 jovens negros e pobres- a maioria das vítimas com idade de 15 a 24 anos- em São Paulo e na Baixada Santista. “Estamos aqui na Comissão de Direitos Humanos com uma equipe de mães para defender a aprovação do projeto de lei, que cria a Lei Mães de Maio. Um projeto que não vai trazer nossos filhos de volta, mas que prevê acolhimento e uma reparação psicossocial às mães, as famílias e aos sobreviventes desse massacre. A gente não consegue ver tantas mães sofrendo, enterrando seus filhos e sendo enterradas. O Estado está matando nossos filhos e as nossas mães”, afirmou Débora. De acordo com o deputado Orlando Silva, o projeto foi construído em diálogo com a sociedade civil e com vários movimentos sociais. “Defendemos a revisão do papel do Estado na garantia dos Direitos Humanos, que infelizmente tem sido omisso quando não protetor dos que praticam a violência, e a reparação às mães, que choram a perda dos seus entes queridos, muitas vezes provedores das casas e aos familiares das vítimas da violência do Estado, que é um padrão, sobretudo, em relação aos jovens negros e da periferia”, alegou o deputado. Ao manifestar solidariedade as Mães de Maio, o Secretário Nacional de Acesso à Justiça, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Marivaldo de Castro Pereira classificou como “impossível” ir a periferia e estar em um espaço como gestor público e não ter como meta a luta pelo extermínio da nossa juventude “pelo simples fato de ser negra, de ser pobre e de ser alvo de violência daquele que deveria proteger e levar o serviço de segurança pública que é um direito constitucional. ” Também participaram como debatedores Fernanda Balera, Defensora Pública de São Paulo; Gabriel Sampaio, Diretor de Incidência e Litígio da Conectas Direitos Humanos; Lia Maria Manso Siqueira, representante do Ministério de Direitos Humanos e da Cidadania; Tamires Sampaio, representante do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. A audiência pública foi requerida pela segunda vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara (CDHMIR), deputada Erika Hilton (PSOL-SP) e subscrita pela deputada Luzianne Lins (PT-CE), presidente do colegiado. De acordo com Erika Hilton "o problema da violência não é apenas das Mães de Maio, mas do povo brasileiro, do Brasil e da maneira como o Estado se organiza."
  • 19/05/2023 - Prevenção da violência nas escolas é debatida na CDHMIR
    A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Câmara (CDHMIR) realiza, nesta quarta-feira (24), às 15h, no plenário 9, audiência pública sobre prevenção à violência contra as escolas.