Seminário debate, em São Paulo, alterações no Código de Trânsito

Ao todo, 200 pessoas de 25 entidades deram suas contribuições para o tema, que está em debate na Câmara dos Deputados
16/12/2016 17h20

Seminário debate, em São Paulo, alterações no Código de Trânsito

Mesa do Seminário

Mais de 200 pessoas participaram do Seminário que debateu, na última segunda-feira (12), em São Paulo, as alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que está em discussão na Câmara dos Deputados. Ao todo, 25 entidades de diversas áreas deram suas contribuições e sugestões para os deputados.

Os principais assuntos tratados durante o encontro foram a valorização do papel dos agentes de trânsito na nova configuração do código; a possível proibição das motos utilizarem os corredores nas principais vias das cidades; o fortalecimento do papel dos avaliadores psicológicos na formação dos condutores; a atuação das polícias no trânsito; a velocidade média das ruas e avenidas; o fortalecimento da política cicloviária, entre outros temas.

O presidente da Comissão, Deputado Cacá Leão (PP-BA), ressaltou o caráter plural do ato. “Quero agradecer todos os participantes, o debate foi muito positivo. Certamente o que colhemos em São Paulo será fundamental para deixarmos o novo Código ainda mais próximo do que a sociedade espera”.

Para o Deputado João Paulo Papa (PSDB-SP), que organizou o seminário em São Paulo, o encontro foi muito proveitoso. “Cumprimos mais uma importante etapa no processo de atualização do CTB, que completará, ano que vem, 20 anos de implementação. As contribuições foram ricas e diversas, e serão consideradas na finalização do nosso trabalho, na Câmara”, ressaltou o parlamentar que agradeceu o apoio técnico e logístico fornecido pela ANTP e a CET-São Paulo. 

Estiveram presentes e fizeram explanações representantes da Associação Nacional do Transporte Público (ANTP); CET-São Paulo; Associação Brasileira da Medicina do Tráfego (Abramet); Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMSP); Detran-SP; Associação dos Agentes de Trânsito do Brasil; Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Instituto de Engenharia (IE). Os membros das demais entidades também puderam deixar perguntas e contribuições.

Ações do documento