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06/06/2017 - 13h02

Presidente da Câmara volta a defender aprovação da reforma da Previdência

Segundo Rodrigo Maia, a Câmara vai definir a melhor data para a votação no Plenário; ainda não há consenso entre parlamentares da base governista e da oposição.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, defendeu nesta terça-feira (6) a necessidade de aprovação da proposta de reforma da Previdência (PEC 287/16), a fim de ajudar a recuperação da economia do País.

“A gente precisa falar a verdade, olhando olho no olho. Para voltar a ter emprego, recuperar a renda e ter uma taxa de juros abaixo de dois dígitos é preciso, de forma radical, a reforma da Previdência”, disse.

De acordo com o presidente da Câmara, o deficit da Previdência Social é crescente e inviabiliza investimentos, o que aprofunda a recessão. A reforma é, para Maia, o caminho necessário para garantir um Estado equilibrado.

Segundo Rodrigo Maia, a Câmara vai definir a melhor data para iniciar a votação do texto no Plenário. Ainda não há consenso entre parlamentares da base governista e da oposição.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Tiago Miranda
Edição - Ralph Machado

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Comentários

Robson | 09/06/2017 - 18h29
Fizemos o Refis, o Proer, mais o que fazer com os mais de 60Milh de inadimplentes pra voltar a ter poder de comprar, já que esses são a mola mestre da economia, e onde a maioria está na faixa de 30~40 anos, justamente aquela parte que estaria comprando imóvel e veículos.
Hélvio | 08/06/2017 - 16h07
A reforma da previdência proposta é desumana, pois penaliza quem mais precisa e (proporcionalmente) quem mais contribuiu para a previdência ao longo da sua vida. Com as regras propostas, muitos trabalhadores não conseguirão se aposentar e aqueles que conseguirem se aposentar, ficarão recebendo um valor infinitamente menor do que recebia na ativa. É uma proposta que deixa evidente a má índole de quem a propõe e de quem a apoia. É uma forma disfarçada de aumentar impostos sobre uma grande parcela da população mais pobre, que não tem poder de pressão (chantagem) sobre o estado. Vamos mudar isso?
Robson | 08/06/2017 - 10h04
"Partidos políticos devem quase R$ 120 milhões aos cofres públicos." De JBS a Bradesco, incluímos os partidos que têm as maiores bancadas no Congresso, PT, PMDB e PSDB somam R$ 33,4 milhões em dívidas, de acordo com a análise do relatório de 56 páginas obtido pela Folha de São Paulo.