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23/01/2013 - 18h14

PNE e unificação do ICMS são prioridades do governo para 2013, diz Ideli

Em reunião com Marco Maia, ministra de Relações Institucionais disse que acordo para votar Orçamento no próximo dia 5 “será honrado”.

Link - Ideli Salvati
Ideli Salvatti: votação de vetos deve ficar para depois do Carnaval.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, afirmou, nesta quarta-feira (23), que as prioridades do governo para este ano no Congresso incluem a conclusão da votação do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10, que está no Senado) e a aprovação da proposta que unifica a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) – Medida Provisória 599/12, em análise na Câmara.

Conforme a ministra, em 2013, o Executivo quer privilegiar assuntos tributários e federativos. “Não há desculpa para não fazer a unificação das alíquotas do ICMS, porque na MP estão previstos o fundo de compensação, que irá cobrir as diferenças, e o fundo de desenvolvimento regional, para contemplar regiões que precisam atrair desenvolvimento sem promover a guerra fiscal”, argumentou.

Segundo o líder do PPS, deputado Rubens Bueno (PR), o partido também apoia a modernização do sistema tributário, “desde que dentro de um projeto que atinja os interesses nacionais”.

Fundo
Ideli também destacou que a expectativa do governo é que o Congresso vote rapidamente as novas regras do Fundo de Participação dos Estados (FPE). Há 19 projetos sobre o assunto em análise na Câmara e 10 no Senado. Em 2010, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou que as atuais regras de distribuição do FPE são inconstitucionais e deu prazo, até 31 de dezembro de 2012, para o Congresso aprovar novos critérios, o que não ocorreu.

Dep. Rubens Bueno (PPS-PR)
Rubens Bueno: PPS quer mudança no sistema tributário que atenda a interesses nacionais.
“Estamos muito preocupados. Tememos que a situação que envolve o Legislativo e o Judiciário acabe comprometendo serviços básicos nos estados”, disse a ministra. Conforme ela, há estados em que até 60% da arrecadação vêm do FPE. Ideli apontou que o governo federal manteve os últimos repasses do fundo, feitos no dia 20, e também deve preservar os próximos. “A suspensão dos repasses inviabilizaria o funcionamento de boa parte dos estados”, reiterou.

Outras prioridades
De acordo com Ideli, outras prioridades do governo no Congresso são a alteração do indexador da dívida dos governos municipais e estaduais com a União (PLP 238/13); o marco regulatório dos portos (MP 595/12); e a finalização da votação dos royalties do petróleo.

A ministra pretende começar, a partir do dia 30, reuniões com os líderes partidários para definir a agenda legislativa deste ano. Ela acredita que a votação dos 3.060 vetos presidenciais ficará para depois do Carnaval. Essa votação é necessária para dar continuidade à discussão sobre os royalties no Congresso. Ao analisar mandado de segurança do deputado Alessandro Molon (PT-RJ), o ministro do STF Luiz Fux decidiu que o veto presidencial a um artigo da Lei dos Royalties (12.734/12) só poderia ser apreciado depois que o Congresso votasse em ordem cronológica todos os 3.060 dispositivos vetados.

Orçamento
A ministra também confirmou, nesta quarta-feira, que o acordo entre partidos da base e da oposição para votar o Orçamento de 2013 (PLN 24/12) no dia 5 de fevereiro "será honrado". Ideli se reuniu com o presidente da Câmara, Marco Maia, para acertar detalhes sobre a votação.

Rubens Bueno reforçou a existência do acordo. ‘É fundamental que tenhamos votado esse Orçamento em fevereiro”, disse. “A bancada do PPS está pronta para isso”, complementou.

Reportagem – Lara Haje
Edição – Marcelo Oliveira

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'



Comentários

Izarael A Corletto | 23/01/2013 - 23h05
A nova alíquota de ICMS para produtos importados é uma afronta para o nosso país. Ao invés de fixar em 12 % que é alíquota de ICMS para comercialização fora do estado, foi fixada em 4,0 %. PARA QUEM COMPRA DE FORA DO ESTADO PAGA 12 % NOS PRODUTOS NACIONAIS E 4,0 % NOS PRODUTOS IMPORTADOS. Pelas regras temos um mesmo produto com alíquotas diferentes por ser apenas de cor diferente ou mesmo produto com dimenssões difrerentes e com alíquotas diferentes de 4,0 % e de 12,0 %.
Urgente | 23/01/2013 - 22h11
Os pontos mencionados são até interessantes. Mas... Cadê a reforma decente do Código Penal? Cadê a criação de leis mais duras contra os criminosos? Se esqueceram que precisamos de mais rigor nas penas e condenações? Parlamentares ouçam a população...
Omissão | 23/01/2013 - 22h07
A omissão do Congresso está presente em diversas situações e ocasiões referentes ao cidadão. Omissão de uma legislação penal mais rígida e dura contra criminosos; omissão na votação do fator previdenciário; omissão na votação obrigatória do Orçamento de 2013, omissão no respeito ao contribuinte e trabalhador, não os considerando quando reduziram a própria jornada de trabalho parlamentar, dentre outras. Aguardamos uma resposta.
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