Presidente da CREDN defende o fortalecimento das políticas de Estado

Brasília – “Os desafios que temos pela frente fazem jus ao tamanho deste país e da sua importância na cena internacional. Um país continental como o Brasil não pode abdicar de sua projeção, de sua influência e de sua presença nas grandes decisões”, afirmou o deputado Nilson Pinto (PSDB-PA), eleito nesta quarta-feira, 4, presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados.
04/04/2018 18h14

Cleia Viana

Presidente da CREDN defende o fortalecimento das políticas de Estado

O parlamentar substitui a deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), que presidiu o Colegiado em 2017. Em seu quinto mandato consecutivo, Nilson Pinto presidiu a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, foi 1º vice-presidente da Comissão de Educação, além de ter sido presidente e vice-presidente do Grupo Parlamentar Brasil-Alemanha. 

Geólogo formado pela Universidade Federal do Pará (UFPA), da qual também foi reitor entre 1989 e 1993, o deputado obteve, em 1977, o título de mestre em geoquímica, pela mesma universidade, e em 1980, conquistou o título de doutor em geociências, pela Universidade de Erlangen-Nuremberg, na Alemanha. 

Natural de Belém (PA), Nilson Pinto destacou a importância estratégica da região Amazônica, que conta com a maior floresta tropical do mundo, com a maior reserva de biodiversidade do planeta e também com a maior bacia hidrográfica da terra, responsável por um quinto do volume total de água doce que desagua nos oceanos. “Trata-se do nosso mais rico e exuberante patrimônio, que tem despertado cobiça e interesse da comunidade internacional”, lembrou. 

“Certamente incluiremos a região amazônica na agenda de debates desta Comissão, não só por sua importância estratégica do ponto de vista da Defesa Nacional, como também por sua singular relevância para o nosso entorno regional”, destacou o deputado.

 

Defesa Nacional

 

No âmbito da Defesa Nacional, Nilson Pinto explicou que a CREDN irá debater e apresentar sugestões aos seus principais documentos, quais sejam a Estratégia Nacional de Defesa, a Política Nacional de Defesa, e o Livro Branco da Defesa Nacional. “Atuaremos, ainda, para que os projetos estratégicos das Forças Armadas e as condições de operacionalidade do Exército, da Marinha e da Aeronáutica sejam significativamente melhorados”, assegurou. 

O parlamentar considera igualmente relevante que a CREDN contribua para a solidez da Base Industrial de Defesa (BID), criando as condições para que o desenvolvimento tecnológico seja alcançado e consolidado pelas empresas nacionais, gerando produtos com alto valor agregado, de uso dual, divisas e empregos. 

Em 2018, o presidente da CREDN acumulará, também, a vice-presidência da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) do Congresso Nacional, órgão de controle externo do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN).

 

 

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