ONU celebra revolução islâmica do Irã e Luiz Philippe vê falência do sistema multilateral
Brasília – Nesta quarta-feira, 11, o Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o português Antônio Guterres, saudou o aniversário de 47 anos da Revolução Islâmica do Irã, ignorando a forte repressão do regime dos aiatolás que, desde dezembro de 2025, já matou mais de 40 mil pessoas no país, por saírem às ruas para protestar contra a crise econômica, a corrupção e a repressão brutal.
Para o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados, Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL/SP), “é vergonhoso que o chefe do principal mecanismo de concertação política internacional ignore o que está ocorrendo no Irã e se solidarize com o seu regime assassino”. Na sua avaliação, “ao parabenizar um regime que investe no terrorismo internacional em detrimento das necessidades do seu povo, a ONU confirma a sua inutilidade e, por tabela, do sistema multilateral falido, arcaico e capturado pelo establishment globalista”, afirmou.
O deputado também criticou o governo brasileiro pelo silêncio ante as evidências de perseguições, prisões arbitrárias, torturas e assassinatos à luz do dia nas cidades iranianas. Luiz Philippe lembrou, ainda, que Lula enviou o vice, Geraldo Alckmin, para a posse do atual presidente do Irã, legitimando o regime que apoia e é apoiado pelas principais organizações terroristas do planeta.
Assessoria de Imprensa - CREDN