Filipe Barros assume a presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional
Brasília – O deputado Filipe Barros (PL-PR) foi eleito, nesta quarta-feira, 19, presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) da Câmara dos Deputados. Em 2025, ele acumulará o cargo com a presidência da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) do Congresso Nacional.
Barros substitui Lucas Redecker (PSDB-RS) que, ao deixar o posto, fez uma prestação de contas de sua gestão. O deputado agradeceu a parceria firmada com os membros da Comissão que permitiu, mesmo em um ano eleitoral, uma alta produtividade.
Em 2024, a CREDN votou 37 acordos internacionais, 23 projetos de lei e de decreto legislativo e 62 requerimentos. Foram realizadas, ainda, 11 audiências públicas. Lucas Redecker recebeu, também, 33 embaixadores e 3 missões oficiais foram realizadas.
“Trabalhamos para fortalecer a Diplomacia Parlamentar, importante instrumento para ampliar os espaços de interlocução e atuação do país, estimulando o diálogo e os debates acerca dos temas mais relevantes das agendas regional e global e também no âmbito da defesa e segurança internacionais”, explicou.
“Não medi esforços para exercer uma presidência propositiva, focada em resultados e que buscou respeitar os mais diversos posicionamentos das forças políticas e correntes ideológicas representadas na Comissão”, destacou o deputado.
Liberdade
Ao assumir o cargo, Filipe Barros afirmou que priorizará o diálogo com todos os partidos e trabalhará para que as pautas mais relevantes para o país avancem em prol do fortalecimento da soberania nacional.
“Todos conhecem o meu perfil e sabem que eu priorizo sempre o diálogo e vai ser esse o norte da presidência desta comissão, através da interlocução com todos os partidos políticos, para que a CREDN avance em pautas tão importantes para o nosso país”, declarou.
Em seu discurso, o deputado fez questão de lembrar do colega e ex-presidente da CREDN, Eduardo Bolsonaro, que se licenciou do cargo na terça-feira, 18. Segundo ele, “Eduardo se exila para fugir de uma iminente perseguição às suas liberdades e da sua família. É mais um capítulo triste da recente história do Brasil, em que a democracia é quase uma palavra sem sentido”, assinalou.
Barros também criticou a ingerência de ONGs estrangeiras que estariam pautando o debate e as ideias no Brasil, colocando em risco a própria democracia. “Com imensa responsabilidade, recebo a missão de presidir a Comissão de Relações Exteriores, trincheira importante para que resgatemos nossa verdadeira soberania, nossas liberdades, para que nossa democracia volte a ficar de pé”, concluiu.
Assessoria de Imprensa - CREDN