Azevêdo acredita que eleição na OMC pode influenciar reforma no CSNU
Roberto Azevêdo disse ainda que uma gestão equilibrada, isenta e imparcial de um diretor-geral de um país emergente reforça a defesa que se faz por mudanças nas estruturas das instituições internacionais. Ele explicou que não irá interferir nas decisões da OMC. "O processo de arbitragem se dá por meio de peritos escolhidos pelos países envolvidos nos diferendos e as decisões são sempre técnicas, nunca políticas", esclareceu. Sobre a eleição realizada em 7 de maio, Roberto Azevêdo reconheceu que foi difícil e estressante, mas que tudo se deu dentro do planejado. Segundo ele, "esta candidatura nunca foi uma aventura. O governo brasileiro não deu tiro no escuro. Apresentou uma candidatura consistente por acreditar que pode contribuir mais com o sistema internacional". Assessoria de Comunicação
Jornalista responsável: Marcelo Rech