11/06/2019 09h45

Comissão debate os efeitos da venda direta do etanol ao consumidor

Arnaldo jardim vê problemas nessa proposta de comercialização, principalmente em relação a questão tributária

O deputado Arnaldo Jardim, do Cidadania de São Paulo, é autor de requerimento para realização de debate, nesta terça-feira, na Comissão de Minas e Energia, sobre os efeitos da venda direita ao consumidor, do etanol hidratado pelas usinas. Em entrevista ao Painel Eletrônico, o deputado disse que é necessário debater essa proposta de comercialização direta, principalmente em relação a questão tributária.

Segundo ele, também preocupa a questão logística, como de segurança no transporte de combustíveis, que exige uma série de normas, por se tratar de produto perigoso. Outra questão é o fato de que cerca de 70%, da distribuição de combustível é concentrada em apenas três empresas: BR Distribuidora, Shell e Ipiranga. Segundo o deputado Arnaldo Jardim, os favoráveis a venda direta ao consumidor do etanol hidratado pelas usinas, dizem que o custo poderá ser reduzido, enquanto os contrários alegam que a produção pulverizada do produto perderia qualidade, além da possibilidade de evasão fiscal.

Apresentação - Edson Junior e Elisabel Ferriche