07/07/2018 22h00

Álbum Sangue Negro, de Amaro Freitas - Bloco 1

Esquina do Jazz desta semana destaca o álbum do pianista pernambucano, além de versões de Amaro Freitas para dois clássicos da MPB: Lamento Sertanejo; e Luiza

Divulgação
Esquina do Jazz, 07/07/2018 - Amaro Freitas
Amaro Freitas

No álbum Sangue Negro, de 2017, o pianista pernambucano Amaro Freitas assina um trabalho que explora as raízes da música brasileira, a partir de um olhar que vem do jazz

Com dinamismo e harmonias bem elaboradas, o disco é capaz de se manter sedutor da primeira até a última faixa. Não é à toa: o pianista está muito mais preocupado com a organicidade das músicas do que em demonstrar as suas habilidades técnicas no instrumento.

Além da musicalidade pernambucana, Sangue Negro faz referências ao samba e ao chorinho, apontando sempre para as origens africanas da nossa música.

Além do álbum, o programa destaca as versões de Amaro Freitas para dois clássicos da MPB: Lamento Sertanejo, de Gilberto Gil; e Luiza, de Tom Jobim.

Apresentação - André Amaro