03/04/2019 10h50

Situação dos anistiados políticos no Brasil é tema de debate na Comissão de Direitos Humanos

Para falar sobre o assunto, o Painel Eletrônico convidou o presidente do colegiado e autor do requerimento para realização da audiência pública, deputado Helder Salomão (PT-ES)

A Comissão de Direitos Humanos debate nesta quarta-feira a situação dos anistiados políticos no Brasil. Entre os convidados estão a subprocuradora-geral da República, procuradora federal dos Direitos dos Cidadãos, Deborah Duprat; a professora da Universidade de Brasília (UnB); a ex-conselheira da Comissão de Anistia, Eneá de Stutz e Almeida; o presidente nacional da OAB, Felipe Santa Cruz; a conselheira representante dos anistiados na Comissão de Anistia, Rita Sipahi; e o capitão anistiado do Exército, José Wilson da Silva.

Para falar sobre o debate, o Painel Eletrônico convidou o presidente do colegiado e autor do requerimento para realização da audiência pública, deputado Helder Salomão (PT-ES).

O parlamentar considera a concessão de pagamentos a anistiados políticos perseguidos na ditadura militar uma questão de justiça e um dever do Estado. Helder Salomão afirma que toda a revisão dos benefícios é bem-vinda, desde que não seja usada como cortina de fumaça para "um caça bruxas".

Na entrevista, o deputado rebateu às críticas de que os benefícios aos anistiados políticos tiveram um salto considerável nos dois primeiros anos do primeiro mandato do ex-presidente Lula. Segundo Helder Salomão, isso aconteceu porque os governos anteriores não estavam preocupados com o assunto e que havia uma demanda represada. Segundo ele, as irregularidades devem ser sanadas. "Eu não defenderei nenhum processo irregular", disse o deputado.

Apresentação - Edson Júnior e Elisabel Ferriche



Comentários

cap.Ref.alcino frederico nicol | 22/07/2019 09h48
agradeço, a colocação pública do meu micro-artigo sobre a condição de anistiado, mas é preciso que todo o país esteve em 1964 de ser dividido em Brasil Norte e Brasil sul, atravé de uma operação chamada "OPERAÇÃO BROTHER SAM, armada por diversos civis e militares, muito antes de 1964 para interfer~encia dos EUA no Brasil. É preciso também saber que haveria um bombardeio sobre porto alegre e sobre as tro propas que se deslocavam do sul para dar apoio ao Brizola, cujodesastre seria um total genocídio, que só não houve por que os bombardeiros foram neutralizados no Rio de janeiro fazendo o plano
cap.ref.ALCINO FREDERICO NICOL | 30/06/2019 09h13
meu recurso para corrigir erro financeiro de 2004,foi acolhido e aceito por unanimidade em 29 de abril de 2016 e está paralizado em alguma gaveta da dita "Comisão" até a presente data e sem nenhuma explicação, face aos email que lhes solicitam esta via democratica de atender o publico pertinente.Agora , aos 81 anos de idade, pouca esperança tenho de ver corrigido. o mal feito do governo.Evitei que Porto Alegre fosse destruída por bombardeio e igualmente as tropas do sul que para lá demandavam, além de que não restou outra alternativa da 7ª esquadra amerina que ancorada a 50 milhas de Salvado