20/03/2019 - 13h22 Atualizado em 21/03/2019 - 11h52

CCJ define as primeiras audiências públicas sobre a PEC da Previdência

Debates sobre a proposta do governo terão início na próxima semana. O primeiro convidado é o ministro da Economia, Paulo Guedes

Will Shutter/ Câmara dos Deputados
Reunião ordinária
Na próxima semana, a comissão discutirá a proposta com o governo e constitucionalistas

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara aprovou, nesta quarta-feira (20), requerimento para a realização de audiências públicas sobre a proposta de reforma da Previdência (PEC 6/19).

Conheça os principais pontos da proposta

Na terça-feira da próxima semana (26), o convidado será o ministro da Economia, Paulo Guedes. 

Segundo o presidente da comissão, deputado Felipe Francischini (PSL-PR), a liderança do governo na Câmara confirmou a vinda do ministro para as 14 horas.

Já na quinta-feira (28), o debate deverá ser feito com seis constitucionalistas. Dois nomes serão indicados pelas lideranças da base do governo, outros dois nomes por lideranças da oposição, e os últimos dois por deputados ditos independentes.

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Cabe à CCJ a análise prévia de admissibilidade da proposta de reforma da Previdência. Passando pelo colegiado, a proposta terá seu conteúdo analisado por uma comissão especial e depois pelo Plenário.

Entenda a tramitação da proposta de reforma da Previdência

Íntegra da proposta:

Reportagem - Paula Bittar
Edição - Marcia Becker

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Comentários

Previdência Social para Todos | 26/03/2019 - 09h58
Previdência Social para Todos: A Previdência Social que temos hoje está ultrapassada, não adianta por um remendo. Precisamos de uma nova Previdência Social, uma que seja para todos, financiada por uma "CPMF". A minha proposta é que todos, a parir dos 60 anos de idade tenha um benefício de $1500,00 Reais por mês.
Jorge Humberto Caetano da Silva | 25/03/2019 - 14h06
Na verdade a transição, para quem falta pouco tempo para se aposentar pela regra 86/96 (no meu caso tenho quase 61 anos e faltam 4 meses para que eu tenha direito aos 96) é uma grande mentira. Serão retirados 100% dos 80% das maiores contribuições, sendo substituidas por 90% da média de todas as contribuições. Neste caso eu teria que trabalhar mais 5 anos para ter 100% de uma média muito menor. Ou seja. Esta transição não existe e só traz prejuizos.
Nilciléia | 25/03/2019 - 11h17
Espero que essa reforma do jeito que está não passe. É inaceitável ter dar aulas até 60 anos, quem acha que possível nunca entrou em uma sala de aula com 50 alunos ou mais, sim,pq governo estadual nenhum quer diminuir número de alunos pq teria que pagar mais um professor, depois reclamam da qualidade de ensino, professor estuda, se aprimora, mas lidar com uma sala de 52 adolescentes é ser malabarista não educador. 60 se tiver 40 anos para ter integralidade, caso não, vai além dos 60. absurdo isso,o que querem mais de nós? Nossos rins? Pq para militares tudo e para outros trabalhadores nada?