31/05/2019 - 09h30

Comissão aprova proibição a coleira de choque para adestramento de animais

Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
Audiência pública sobre as perspectivas de atuação futura do Ministério da Mulher. Dep. Emanuel Pinheiro Neto (PTB - MT)
Emanuel Pinheiro Neto: o uso de coleiras de choques é “prática cruel” que deve ser proibida no País

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (30) o Projeto de Lei 1113/19, que proíbe a comercialização e o uso de coleiras de choques para adestramento de animais.

A proposta foi apresentada pelo deputado Célio Studart (PV-CE) e recebeu parecer favorável do deputado Emanuel Pinheiro Neto (PTB-MT).

O relator afirmou que o uso de coleiras de choques é “prática cruel” que deve ser proibida no País. “Não há justificativa que permita a comercialização de produtos desta natureza, em contraponto a outros mais amigáveis que podem ser utilizados na finalidade educativa a que se propõe”, disse Pinheiro Neto.

Tramitação
O projeto será analisado agora, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Rachel Librelon

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Comentários

Aurimar | 05/06/2019 - 21h24
Se é para proibir a coleira, precisa proibir também os equipamentos de estimulação para fisioterapia e musculação, que usam do mesmo princípio para estimulação. As pessoas acreditam que a coleira é a mesma coisa de um fio desencapado, mas está longe disso. Pra acontecer o choque, como acreditam, a corrente precisa passar por todo o corpo. A coleira proporciona uma estimulação involuntária da musculatura do pescoço do cachorro, criando um incômodo muito menos marcante e intenço que uma coleira comum, que imprimimos força para treinar o cachorro. Falo isso como dono de cachorro pet.