Relator muda texto da reforma da Previdência para conseguir apoio da bancada da segurança pública

06/02/2018 19h06
osvaldo santos | 02/09/2018 06h20
privilegiados mesmo são nossos representantes que se tornam ricos com tantos auxílios e benefícios sem contar com seus super autos salários. esse papo que policias estão sendo privilegiados é um grande mentira, só quem exerce a função pode comentar do fato de ser um trabalho diferenciado. o trabalhador comum não tem restrições por ser pedreiro ou outra profissão, o policial além do estresse no serviço ainda tem que andar se escondendo no dia de folga por ser policial. mas a falta de empatia é muito grande. venham ser policiais, se tornem policiais e depois opinem quem realmente tem privilegio
MARCO ANTÔNIO DE OLIVEIRA | 07/02/2018 20h06
Caro José Manoel, essas classes que você sitou não possuem privilégios. Eles sim têm altos salários, auxílios variados, recessos parlamentares, recesso forense. Destroem o país com tantos benefícios e não fazem nada por nós( deputados e senadores). O DEPUTADO MINEIRO QUE FOR FAVORÁVEL À ESSA REFORMA VAI SOFRER AS CONSEQUÊNCIAS NAS URNAS.
MARCO ANTÔNIO DE OLIVEIRA | 07/02/2018 19h59
Policiais ou outro funcionário público não trabalha menos que ninguém. Toda a população cumpre constitucionalmente as horas de trabalho, seja ele policial, quem trabalha na indústria, no comércio. Isso de funcionário público trabalhar pouco e ganhar muito é conversa fiada desse Michel Temer(tenho nojo da cara desse sujeito), que também foi funcionário público e deve falar por ele. Todos nós pagamos nosso salário, eu também pago impostos, contribuo para a previdência, não jogue conversa fora, si não tem argumento plausível fique calado. Existe pensão por morte para segurados do INSS.
José Manoel | 07/02/2018 16h23
Caro relator e deputados em geral: Tenho uma dúvida crucial sobre o projeto e não vejo nenhum defensor do projeto respondendo: "Essa reforma também atingirá deputados, senadores, juízes, desembargadores e outros privilegiados?
Agradecemos a participação, Boa Tarde, Prezado (a) Para que seu questionamento seja respondido pela equipe responsável, solicitamos que envie para o Fale Conosco, através do link: goo.gl/sH5nyL ou entre em contato com o Disque-Câmara: 0800-619-619. Coordenação de Participação Popular Secretaria de Comunicação Social - Câmara dos Deputados
Resposta enviada pela Câmara dos Deputados
Carlos Alberto | 07/02/2018 16h04
NÃO ENTENDO PORQUE DE TANTAS REGALIAS PARA ESSE POVO,JÁ BASTA AS POUCAS HORAS QUE TRABALHAM E APOSENTADORIA MAIS CEDO QUE A DO CIDADÃO QUE TRABALHA TODOS OS DIAS.NÃO DEVIA HAVER NENHUMA CONCESSÃO. NÃO TEM QUE CEDER, TEM QUE APROVAR JÁ
Tulio Michel | 07/02/2018 13h31
Cobrar dos devedores antes de penalizar o cidadão! Que a Polícia Federal não se renda e continue ao lado do povo, pois sua família está ganhando MIGALHAS, isso SE ELE MORRER no exercício da atividade policial.... "Ótimo negócio".
Luiz Alexandre Kikuchi Negrão | 07/02/2018 12h37
Uma sugestão salutar é a extinção da Desvinculação de Receitas da União (DRU), dos Estados (DREs) e Municípios (DRMs), com a revogação da emenda constitucional federal n. 93, de 08 de setembro de 2016, a apuração dos montantes da DRU e das DREs e a restituição com juros e atualização monetária ao Orçamento da Seguridade Social da União e, em cada Estado Federado e Município, do correspondente Orçamento. A razão é que se tratam de receitas originalmente destinadas à Seguridade Social, que por emenda receberam outras destinações.
André Sarmanho | 07/02/2018 12h33
Essa pensão por morte já existe há milhares de anos. Este senhor deputado, parece não conhecer absolutamente nada de Direito Previdenciário. Que conversa é essa! Como ele pode pretender incluir nessa reforma uma coisa que já existe para tentar angariar votos de deputados que conhecem menos ainda de Direito Previdenciário. Isso é um absurdo!!!!!!!!!!
joao medeiros | 07/02/2018 11h05
Em vez de governarem para implementar projetos de desenvolvimento nacional, cobrando da iniciativa privada contrapartidas para a seguridade social. Passaram a masacrar somente os miseráveis, instituindo a política de distribuição da miséria coletiva em detrimento da distribuição de renda e resgate dos excluídos. Ao que pareçe se especializar e conseguir uma remuneração compatível no serviço público, virou objeto de demonização dos problemas brasileiro. Concessão de CNPJ é para distribuir riqueza e não criação de castas escravocatas. Responsabilidade social é imprescindível!
Julio Pizani | 07/02/2018 10h34
Segundo Paim, que presidiu a CPI, o que desequilibra as contas da Previdência são os incontáveis programas de refinanciamento (Refis) proposto pelo governo, que incentiva a inadimplência, em especial, dos grandes devedores – bancos, frigoríficas e montadoras. "Em vez de cobrar fiscalizar, combater a sonegação, a corrupção, e o desvio de dinheiro, eles querem mais uma vez passar a conta para o trabalhador", afirmou o senador. Ele também defendeu a aprovação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que impeça a utilização de recursos da Seguridade Social (que inclui a Previdência).
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