Confira a proposta do governo para a aposentadoria dos servidores públicos

17/03/2017 11h47
Gilson Rodrigues Rosa | 07/04/2017 18h13
Há que se fazer a distinção entre os benefícios assistenciais(aposentadoria dos trabalhadores rurais, BPC e um monte de benefícios que sai da seguridade social, tais como pensão para as vítimas da talidomida, hanseníase, vítimas da contaminação da hemodiálise em Pernambuco etc.,e dos direitos previdenciários(trabalhador que trabalhou e contribuiu).O governo não pode querer enganar o povo com esta estória de défict. No que pertine aos benefícios assistenciais, lógico que são deficitários a pessoa não tem nem pra ela como ela poderia contribuir. Agora,a previdência é contributiva, portanto ela n
Josué de assis | 03/04/2017 12h57
É um reforma injusta que retira direitos dos trabalhadores, deputado ou senador que votar em uma aberração dessas NÃO MERECE REELEGER NUNCA MAIS
Vladimir Gonçalves | 30/03/2017 21h16
São sensacionais os políticos brasileiros, eleitos para representar o povo, usar os impostos em benefícios para o povo, mas fazem exatamente o contrário, usam em benefício próprio. Tem mais, o governo diz que há déficit na Previdência, e imediatamente, unanimemente, TODOS os políticos e seus asseclas, passam a repetir em uníssono, a mesma mentira. Todos sabem que é uma mentira descabida. Esse rombo é o que a Dilma deu ao país, e não é da Previdência. Desde que foram divulgados os rombos das roubalheiras, é esse valor que estava sendo divulgado, e nem se falava em rombo da Previdência.
Ilvan Meireles | 30/03/2017 15h57
Há um erro nessa PEC. Quanto ao tempo de efetivo serviço público de quem vai se aposentar pela média das remunerações base da contribuição (admitidos após 2003), a regra de transição (Art. 2º da PEC – 20 anos no serviço público) é mais dura do que a regra geral (Art. 1º da PEC - 10 anos no serviço público). Aliás, não há razão nenhuma para exigir tempo específico no serviço público (nem no cargo) desses servidores, já que a média ajusta as diferentes remunerações base da contribuição durante sua vida, evitando vantagens em relação aos demais e prejuízos ao Estado. Punição por ser servidor?
Vanessa de Oliveira | 28/03/2017 10h55
Gustavo, não, não está errado. O erro está nos nossos políticos, e a previdência tem que começar a reforma pelos políticos, afinal, político não é profissão, político existe para servir ao público, é um agente público que representa seu povo por tempo determinado, portanto, não tem direito a aposentadoria. Tá na hora de acordarmos de verdade, porque o gigante nunca acordou. Outra palhaçada é as propagandas caríssimas para informar que o Brasil é "do Temer", não, o Brasil não é do Temer, é da nação brasileira, é de todos. Acorda o gigante de verdade, porque ele nunca esteve acordado.
Gustavo Henrique Schmidt | 21/03/2017 09h35
Essa proposta foi pensada, será discutida e infelizmente aprovada justamente por pessoas que não serão atingidas pela mesma. Esses seres especiais têm suas aposentadorias polpudas já garantidas. E, por incrível que pareça, receberão votos suficientes nas próximas eleições para continuarem no poder. Estou errado?
Alcir Henrique Affonso | 20/03/2017 21h26
Governo com esta reforma previdenciária atende interesses outros em detrimento da sofrida classe trabalhadora. O povo não esquecera este malfeito.
Tárcio Dias Soares | 20/03/2017 19h01
A proposta demonstra a despreocupação com o cumprimento da finalidade primária da previdência, qual seja cobrir com prioridade os eventos fortuitos: invalidez e morte. Nota-se injusto exagero na redução do valor do benefício pensional, enquanto não se acrescenta nada para corrigir a injustiça contra o da invalidez. A injustiça é também sobremaneira com daqueles servidores que por décadas confiaram nas normas anteriores e agora, sem possibilidade de voltar no tempo para refazer a sua vida, se vê diante dessa proposta que configura total desrespeito à estabilidade jurídica.
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