Entra em vigor a Lei Brasileira de Inclusão

04/01/2016 20h57
Erasmo Neto | 08/01/2016 15h09
Na foto, o animal conduz o cadeirante ao perigo,pois, só animal sem noção ou um ser humano cego, atravessa uma avenida próximo a curva, que dificulta a visão.
Erasmo Neto | 08/01/2016 14h21
Na foto o cadeirante sendo conduzido por outro ser humano ou animal humano utilizando a força animal, que o cadeirante não consegue usar.Que direito tem o cadeirante de ir e vir segundo a vontade?Se o cadeirante tivesse um aparelho sofisticado com inteligencia artificial poderia comandar e se auto-conduzir. Estamos no séc.XXI,onde a tração animal já foi abolida em vários setores produtivos.
Erasmo Neto | 06/01/2016 09h08
Na foto dois cadeirantes e uma escada.Tirem a parte da infraestrutura das cidades,pois tem custo elevado e direcionem as verbas para cientistas inovarem e produzir aparelhos individuais de acordo com a deficiência,com auxilio da energia externa para suprir a falta para a locomoção.Estamos no séc.XXI com o conhecimento de ligas super leves de alta resistência para construir suportes acoplados ao corpo deficiente.
Rodrigo Machado | 05/01/2016 18h18
Não acredito no que li! Que afirmação FALSA é essa! "foram vetadas (...) a adoção do desenho universal no MCMV, o que dispensaria ajustes de acessibilidade nas residências". Por favor, estudem a legislação existente e o conceito de desenho universal e vejam que quem escreveu esta frase não conhece nem um, nem outro.
Erasmo Neto | 05/01/2016 12h08
Recebe criticas,pois não segue o principio da autoinclusão.Deficiência é unica e restrita ao individuo.Individuo sem condições para comprar ou inovar aparelhos de acordo com a deficiência, só chora não realiza,pois sem condições fica sujeito a exploração do animal inteligente.Só aparelhos acoplados ao corpo suprindo as deficiências nos ampliara a liberdade de decidir e agir.Lei é para calcular e escrever,jamais para convivência entre indivíduos.Leis civis,restringem jamais transformam.Na autoinclusão não existe decisão absoluta de grupo sobre individuo,no máximo influencia.
Erasmo Neto | 05/01/2016 09h05
Deputada Mara, a sociedade brasileira ainda não alcançou o conceito da palavra publico.A gestão ou administração Estatal pode ser revista através do voto popular,já as privadas não,mas as duas tem por principio, servir ao publico ou a população.No Brasil o prejuízo fica no Estatal e o lucro em alguns casos vai para fora do país.Nós deficientes dependemos de tecnologia de ponta;quem possui os registros de marcas e patentes?Na hipocrisia global,temos a realidade das leis civis e religiosas,"boas para ser explorada como um animal inteligente".
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