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Histórico do Museu e sua coleção


Museu

 

Numa sala de exposições permanentes no Espaço Cultural, criado em 17/12/92 e oficializado pelo Ato da Mesa nº 68 de 1993, ficava o Museu, uma sala de vídeo, um auditório, e uma sala de exposições temporárias. Durante as obras realizadas nas 1ª e 2ª Secretarias da Mesa, o Museu foi desativado temporariamente para alojá-las. O mesmo se deu com a Liderança do Governo.

 

Em 23/09/97, deu-se a segunda montagem do Museu, porém numa porção reduzida a 3/5 do espaço original, já desvinculado extraoficialmente do Espaço Cultural e sob a administração do Centro de Documentação e Informação (CEDI).

 

Finalmente, em 17/06/98, criado pelo Ato da Mesa nº 95 de 1998, o Museu da Câmara dos Deputados passou a funcionar na Sala de Exposições Permanentes do Espaço Cultural, juntamente com a sala de vídeo, fazendo parte da estrutura administrativa do Serviço Técnico Auxiliar, hoje Coordenação de Preservação de Bens Culturais (COBEC) do CEDI.

 

Naquele local – que atualmente abriga a TV Câmara – o Museu manteve uma área destinada a exposições de longa duração com foco em seu acervo e na história da Instituição. Uma porção menor era utilizada para pequenas exposições temporárias, com assuntos variados dentro de sua abrangência temática. Nesta época, as exposições de cunho histórico e cultural eram a principal atividade junto à recepção a turistas e escolares.

 

Desde sua abertura oficial, o Museu teve sua visitação sempre crescente, iniciando com uma média de 1233 visitantes/mês no seu primeiro ano, chegando a até 4495 visitantes/mês em seu último ano. Com um público crescente ano a ano, o Museu conquistou seu espaço como depositário da memória da Instituição, sendo sempre lembrado nas pesquisas com os visitantes.

 

Após o fechamento de sua sala de exposições em março de 2004, o Museu tem se voltado para o acervo, catalogando suas peças, organizando sua reserva técnica, propondo restauração de obras de arte, capacitando servidores para gestão dos bens sob sua responsabilidade. Hoje, conta com 80% de seus bens catalogados e inicia atividades de restauração de suas obras para voltar a expor seu acervo nas dependências da Câmara.

 

Realiza suas exposições em vários espaços da casa, como os Salões Nobre, Negro, Verde e Branco e o corredor de acesso ao Plenário, e promove intercâmbio com outras instituições, cedendo material de suas exposições temáticas a escolas e demais interessados. Mantém, ainda, parceria com o IPHAN, promovendo a realização das “Oficinas de Capacitação Museológica” nas dependências da Casa.

 

Parte deste acervo originou-se das antigas sedes da Câmara no Rio de Janeiro, a saber Cadeia Velha, Palácio São Cristóvão, Biblioteca Nacional, Palácio Monroe e Palácio Tiradentes.


 

Sua coleção

 

O acervo museológico de cerca de 1000 peças compõe-se de mobiliário, objetos decorativos, máquinas e equipamentos, obras de arte, condecorações e presentes oficiais doados por autoridades nacionais e estrangeiras.

 

Em 1973, antes da criação do Museu, foram transferidos diversos bens ditos “inservíveis” do Palácio Tiradentes, no Rio de Janeiro, para a atual sede da Câmara em Brasília. Aqueles viriam a compor, no futuro, parte do acervo do Museu. Tratava-se de mobiliário e objetos decorativos do próprio Palácio e algumas peças de outras sedes anteriores da Câmara dos Deputados.

 

Em 1992, quando criou-se o Espaço Cultural, nascia a idéia do Museu como parte desse complexo e passou-se a recolher obras de arte doadas pelos artistas que expunham na Casa. Com a criação oficial do Museu em 1998, iniciaram-se diversas ações para normatizar as aquisições para o acervo e direcionar a curadoria.

 

As obras de arte referentes à sede atual foram adquiridas ou doadas por artistas que expõem na Câmara dos Deputados para composição de seus espaços nobres e o mobiliário de design para decoração de ambientes e gabinetes de deputados.

 

Encontra-se em fase de aperfeiçoamento a base de dados “Sistema Museu” que já conta com o cadastramento de 90% das obras de arte, 100% das máquinas e equipamentos, 80% do mobiliário, 100% dos presentes oficiais.

 

 

MUSEU DA CÂMARA


Um acervo institucional da história legislativa do Brasil


No começo do decênio de 1980, a administração da Câmara dos Deputados iniciou processo de discussão sobre a guarda, restauração, preservação e disponibilização – para conhecimento público – das obras de arte, peças históricas e presentes protocolares de propriedade da Casa. No mesmo período, o Centro de Documentação e Informação inicia trabalho de pesquisa, levantamento do acervo museológico e planejamento estratégico para preservação da História da Câmara dos Deputados que deu origem à proposta de criação do Museu da Câmara.

 

Com a criação do Espaço Cultural no dia 8 de março de 1993 – administrado pela Diretoria-Geral e sob a responsabilidade do Centro de Documentação e Informação e da Assessoria de Divulgação e Relações Públicas, o Museu da Câmara passou a funcionar informalmente.

 

No dia 17 de junho de 1998 foi publicado o Ato da Mesa nº 95 que criou oficialmente o Museu da Câmara dos Deputados integrando-o à estrutura administrativa do Serviço Técnico Auxiliar (futura Coordenação de Preservação de Bens Culturais), do Centro de Documentação e Informação.

 

O artigo primeiro da norma determina que o objetivo da nova unidade administrativa é o de expor peças, obras de arte, e documentos do patrimônio da Câmara dos Deputados, de interesse fundamental na reconstituição da história da Instituição e do Parlamento brasileiro.

 

Nesse aspecto, o Museu da Câmara dos Deputados surgiu como um espaço definitivo destinado à exposição do seu acervo museológico constituído de documentos que contam a história da Casa, do Senado Federal e também do Congresso Nacional, no processo para elaboração das Constituições brasileiras, na discussão e votação de proposições que deram origem as leis e as normas complementares; livros raros; presentes protocolares; obras de arte; e mobiliário histórico oriundo de suas antigas sedes no Rio de Janeiro. Esse acervo museológico constitue um belíssimo patrimônio, de valor histórico e artístico incalculável, que foram sendo incorporados pela Casa desde a instalação da Assembléia Geral, Constituinte e Legislativa do Império do Brasil, em 1823.

 

Atualmente, com a implantação do plano museológico; do plano de segurança; da associação dos amigos do Museu da Câmara; a realização de convênios com outros órgãos públicos e instituições privadas; além do planejamento estratégico e gestão por competências, o Serviço de Museu da Câmara passa a organizar sua agenda com novas práticas quanto à higienização, restauração, manutenção e preservação do acervo museológico; aquisição de novas obras de arte para iluminar os espaços do complexo arquitetônico do Congresso Nacional; desenvolvimento de novas formas de exposições históricas, institucionais, mostras culturais e gabinetes de arte; e também de estudos e trabalho em oficinas e cursos de museografia e museologia, tendo em vista o treinamento e aperfeiçoamento dos profissionais que atuam na área museológica da Casa.

 

Planejar e executar as exposições históricas e institucionais, mostras culturais, gabinetes de arte, oficinas e cursos, além de disponibilizar o acervo museológico da Parlamento brasileiro a um número maior de cidadãos é o objetivo principal do Museu da Câmara dos Deputados. Afinal, cabe também ao Museu destacar a importância do Parlamento no contexto histórico do Brasil tendo em vista a afirmação da nacionalidade, a construção da democracia, a consolidação dos ideais democráticos e a promoção da cidadania.

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