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26/08/2007 00h00

Augusto Boal (teatrólogo) (bl.1)

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Existe um teatro onde, de repente, o espectador é convidado a substituir o protagonista e mudar a condução ou mesmo o fim da história. Nesse teatro, aliás, o formato tradicional de se contar uma história pode ser totalmente subvertido e o debate de temas de relevante interesse público pode substituir o tradicional relato de acontecimentos com início, meio e fim.
O Teatro do Oprimido, criação genuinamente brasileira, idealizado e desenvolvido por Augusto Boal, um dos mais importantes diretores do Brasil, persegue exatamente este objetivo: em vez de contar uma história, esse teatro pretende que atores e espectadores participem, criem, intervenham no espetáculo, deixando a história em segundo plano.

Esta edição do Personalidade recebe o teatrólogo Augusto Boal. A entrevista é realizada pelo apresentador Paulo José Cunha, com a participação do ator e também diretor teatral João Antônio de Lima e da jornalista Joseana Paganine, da Coordenação de Jornalismo da Câmara dos Deputados.