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15/10/2018 12h00

Profissão: Professor

No dia do professor, vamos falar dos desafios dessa carreira, tão necessária para qualquer cidadão

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"Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor assim, não morre jamais.”

As palavras do educador e escritor Rubem Alves expressam a importância do professor. No Brasil, mais de dois milhões e duzentos mil professores se esforçam na tarefa de educar nossos filhos. Não é uma tarefa fácil. Desde a falta de reconhecimento social, passando por baixos salários, falta de infraestrutura escolar adequada, salas de aulas lotadas e violência, eles também enfrentam jornadas duplas para preparar e corrigir exames e precisam estar atualizados com o ensino a ser aplicado. A precariedade do ensino ocasiona o abandono das salas de aula pelos docentes, exaustos com problemas físicos e mentais.

Mas a profissão também traz alegrias quando as condições são adequadas e as parcerias fortalecidas, especialmente com a comunidade.


No dia do professor, vamos falar dos desafios dessa carreira, tão necessária para qualquer cidadão, pois como disse o líder sul-africano Nelson Mandela, símbolo da luta contra o Aphartheid, “ a educação é arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.”


Convidados:

Pilar Acosta – doutora em Linguística;  professora de Língua Portuguesa no Ensino Médio, técnico e tecnológico do Instituto Federal de Brasília - IFB. Foi vencedora da 9ª edição do Prêmio Professores do Brasil, nas etapas Distrital, Regional - Centro-Oeste - e Nacional, na categoria Ensino Médio com o projeto "Heroínas sem estátua - o conhecimento a partir das mulheres" e foi agraciada com o 3º Prêmio Mulher Educadora, Cidadã do Mundo, no V Encontro de Mulheres Educadoras do SINPRO - DF.

Mauro Gleisson de Castro Evangelista – pesquisador e doutorando em Educação pela Universidade de Brasília; professor da Secretaria de Educação do Governo do Distrito Federal. Seu objeto de estudo é a adolescência e ou juventude e suas interfaces com a Escola e com a violência, com especial ênfase para a socioeducação.

Por SKYPE – Mônica Gardelli Franco, diretora executiva do CENPEC - Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, com o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade da educação pública)

A repórter Vânia Alves faz entrevistas ao vivo no centro de Brasília.

Perguntas, críticas e sugestões: 0800 619 619, e-mail participacaopopular@camara.leg.br, Twitter @participacaopop e WhatsApp (61) 99620-2573.Siga-nos também no YouTube e em outras redes sociais:

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Apresentação - Fabricio Rocha