Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

20/02/2017 13h00

Tempos de polarização

Um balanço inédito da Secretaria da Segurança Pública mostra que as delegacias de São Paulo registraram, em média, um crime de intolerância a cada 69 minutos no último ano

Incorporar:
A visualização e/ou o uso deste material está condicionada pelos Termos de Uso do Câmara Notícias.

Um balanço inédito da Secretaria da Segurança Pública mostra que as delegacias de São Paulo registraram, em média, um crime de intolerância a cada 69 minutos no último ano. Os dados foram reunidos desde novembro de 2015, quando passou a ser obrigatório notificar se a ocorrência envolvia algum tipo de discriminação. Foram ao menos 7.587 crimes de ódio até o mês de novembro de 2016. São crimes motivados por discriminações como homofobia, racismo, ou intolerância religiosa. Os números não são exclusivos do Brasil. Crimes de ódio tem aumentando em todo o mundo.

O que está acontecendo? Porque esse aumento de casos de intolerância? O que o poder público pode fazer para interferir nessa realidade? Esse é o tema do Participação Popular desta segunda-feira (20), às 13 horas, ao vivo.

Os convidados são o deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), presidente do Partido Republicano da Ordem Social no DF, e a representante do Núcleo de Estudos de Violência da Universidade de Brasília (UnB) Tânia Montoro. A deputada Luizianne Lins (PT-CE) participa do programa por telefone e o jornalista, escritor e professor de filosofia tomista no Centro Dom Bosco (RJ), Sidney Silveira, concede entrevista via teleconferência.

Participe, envie sua pergunta pelo 0800 619 619, WhatsApp (61) 99620-2573, e-mail participacaopopular@camara.leg.br, Twitter @participacaopop, ou pela sala de bate-papo do portal e-Democracia.

Apresentação - Fabricio Rocha



Comentários

luiz | 23/02/2017 11h51
Acho que tem certas deputadas que devem cuidar dos filhos primeiro. Primeiro os de casa de depois os dos outros!!!
luiz | 23/02/2017 11h44
A professora ali esta totalmente errada na questão aceitar "refugiados"... Não é assim, vc aceitaria um estrupador que diz que não estrupa mais para levar tua filha para a escola?!?!? Acho que deve se dar sim uma chance a todos mas deve se colocar regras claras e duras. Se vem pra cá uma pessoa islâmica, deve se por regras que aqui a maioria é CRISTÃ. A outra falando de sociedade machista, pelo amor,ignora, isso é muito vitimismo desse povo!!!