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21/04/2017 21h00

Urgência para reforma trabalhista é rejeitada pelo Plenário

O resultado surpreendeu a base aliada do governo

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Polêmica e divergências marcaram a votação da urgência para o projeto que flexibiliza a legislação trabalhista. O texto apresentado pelo relator, deputado Rogério Marinho, permite, por exemplo, que a negociação entre empresas e trabalhadores prevaleça sobre a lei em pontos como parcelamento das férias em até três vezes, jornada de trabalho de até 12 horas diárias, plano de cargos e salários e fim da contribuição sindical.

A urgência foi rejeitada no dia seguinte, a pedido de líderes, o presidente da Câmara colocou a urgência novamente em votação.

O líder do PSOL recorreu da decisão ao plenário. O presidente da câmara disse que não havia apoio de um terço dos deputados para submeter o recurso.

A votação foi realizada e a urgência ao projeto da reforma trabalhista foi aprovada. Isso permite que o projeto, em tramitação em comissão especial, seja votado diretamente no plenário.

Apresentação e edição — Antonio Carlos Silva
Edição — Eliane Breitenbach