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22/01/2014 18h25 - Duração: 00:03:33

Frente Parlamentar promove encontro para o enfrentamento das doenças sexualmente transmissíveis

Um evento realizado aqui na Câmara reuniu os legisladores das cidades e dos estados. Foi o primeiro encontro dos legislativos para o combate às doenças sexualmente transmissíveis. E o centro dos debates acabou sendo o papel do legislativo no combate a uma epidemia que, embora pareça, ainda não está controlada.

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A cada ano, o Brasil registra 38 mil novos casos de AIDS. O Ministério da Saúde estima que existam hoje no país 700 mil pessoas vivendo com a doença. Mas em torno de 150 mil sequer sabem disso. Nunca fizeram um exame para detectar a AIDS, disponível em quase 400 Centros de Testagem e Aconselhamento e em 60% das Unidades Básicas de Saúde. No Congresso existe uma frente parlamentar formada por deputados e senadores para auxiliar o país no enfrentamento das doenças sexualmente transmissíveis e da AIDS.

E foi essa frente parlamentar que promoveu um encontro de legislativos federal, estadual e municipal para debater o assunto. Aos parlamentares, Carlos Duarte, do Conselho Nacional de Saúde, explicou que existe hoje no Brasil uma ideia equivocada de que a AIDS está controlada e que basta o doente tomar o remédio para que tudo fique tranquilo.

Carlos Duarte foi enfático ao dizer que não se pode baixar a guarda quando o assunto é combate à AIDS. A coordenadora geral de prevenção e articulação social do Ministério da Saúde, Denise Serafim, ressaltou a importância de ter os legislativos federal, estadual e municipal como parceiros nessa luta para conter o avanço da AIDS no Brasil e ajudar quem já tem a doença.

Para a coordenadora da frente parlamentar, o legislativo deve monitorar e fiscalizar as políticas públicas de combate a AIDS. Mas a deputada Erika Kokay defende que, além disso, há novos passos que precisam ser dados - um deles é a aprovação da nova Lei de Patentes.