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02/01/2017 11h56

Nem pseudo, nem democracia: o jeito próprio de fazer política na internet (interprograma)

Não importa a que segmento você pertence, qual o seu DNA, governo, movimento social, igreja, academia ou se sua natureza é, simplesmente, cidadão. A sua relação com a política não é mais a mesma na Era Internet.

Seja qual a linguagem ou o formato – blogs, websites, redes sociais – ou o meio – smartphones, tablet, computador –, o seu jeito de interagir com o outro tem agora a dimensão da multimídia, a velocidade do Twitter, a simplicidade do Instagram, sem falar na superficialidade de uma rede social.

Participação, liberdade, transparência parecem conceitos sob medida para a comunicação digital, e estão exatamente na gênese da politica. Imperfeita como é, a politica tem sido, mais do que nunca, transparente, e isso se deve basicamente aos milhões de tuítes trocados hoje diariamente ao redor dessa aldeia digital global.

Nem a política, nem a internet são neutras. Assim, a rede é exatamente o uso que você faz dela, o que derruba em parte as teorias conspiratórias de que há uma ideologia global dominante penetrando nosso inconsciente, ou, ainda pior, nosso inconsciente coletivo.

Os principais portais de acesso à rede e aplicativos são cada vez mais dominantes, mas sua opinião política ainda pode ser personalizada, respeitada e valorizada. Opinião é tudo que a rede precisa para ser, por enquanto, a melhor expressão do que chamamos de “democracia” digital.

Eu sou a Beth Veloso e este é o Papo de Futuro. Dúvidas, críticas, sugestões: papodefuturo@camara.leg.br




Comentários

weberson | 09/01/2017 11h45
Relativo a consideração. Posso pagar mentores para influenciar e opinar em sites, redes sociais e outros mecanismo de mídia e " formação" e " deformação" de opinião. A melhor argumentação, com fatos e falta de esclarecimento pode comprometer a transparência do que é feito e dito. A informação é rápida e volátil e a Justiça ( institucional) lenta e demorada.