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26/01/2016 12h20 - Atualizado em 25/08/2016 14h58

Ativismo on-line (interprograma)

Com apenas um clique e longe das intempéries do tempo e do trânsito das grandes cidades, o internauta pode passar de cidadão revoltado a ativista engajado

Olá! Fazer o bem sempre foi muito mais do que dar esmola. Visitar creches, doar dinheiro a universidades, cuidar de doentes em hospitais. São formas de mudar o mundo e aliviar o sofrimento de muita gente. A ação política, no entanto, hoje prescinde do tempo e do espaço reservados ao indivíduo em sua ação voluntária. Ao invés de subir no banquinho no sinal de trânsito ou no coreto da praça, o grito de protesto hoje vai pelo computador. A internet, agora, é o grande palanque para discutir, debater e protestar contra decisões de governo, mudar leis, cobrar mais Justiça.

Os sítios que fazem abaixo-assinado online são um exemplo de sucesso. Um deles é o change.org, onde você, ouvinte, pode criar o seu movimento e desfraldar a bandeira da mudança que você quer ver no mundo. Por mais batida que esta frase atribuída a Mahatma Gandhi, grande líder indiano, seja, ela ainda é verdadeira.

Dados do próprio site change.org, uma plataforma que permite que você recolha assinaturas via internet, registram que 130 milhões de pessoas, em 196 países, participaram das consultas e campanhas online no ano de 2015, que vão desde protestos contra ataques ao meio ambiente, até a proibição para a compra de carrões na esfera pública.

A pergunta básica é: “Elizabeth, o que você quer mudar em 2016?”. E, longe das intempéries do tempo e do trânsito das grandes cidades, o internauta passa de cidadão revoltado a ativista engajado. E o começo da mudança pode estar a apenas um clique!

Eu sou a Beth Veloso e esse é o Papo de Futuro. Dúvidas, críticas e sugestões, mande para nós: papodefuturo@camara.leg.br