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21/01/2016 14h29 - Atualizado em 25/08/2016 10h06

O mundo merece a internet que tem (interprograma)

A despeito de todas as adversidades, a internet ainda é aberta, igualitária, global e plural

Nanolitografia, nanotubos de carbono, rede mundial de computadores e fulereno. Estas estão entre as dez mais fantásticas descobertas na área de tecnologia da informação, ou seja, tudo aquilo que a gente usa para se comunicar, criar informação, compartilhar dados, armazenar conhecimento, fazer negócios e gerar ativos na economia, tudo em nuvem.

Estamos falando desde a manipulação de correntes elétricas, átomos, eletrodos e forças microscópicas que formam, hoje, pequenos dispositivos eletrônicos, com mínimas placas de circuito embarcadas, que armazenam uma enorme quantidade de informações. E esses benefícios apenas se popularizam porque pudemos compartilhar esses dados de forma planetária, com a criação de um único protocolo que permitiu conectar os computadores do mundo inteiro. Estamos falando a mesma linguagem de informática.

2015 foi mais um ano em que a internet sobreviveu às forças da segregação, com todas as suas diferenças de fluxo que privilegiam a hegemonia dos países ricos. A internet, ou seja, tudo aquilo que corre dentro desta rede mundial de computadores, ainda é, maciçamente, branca, rica e, praticamente, de língua inglesa. Mas o acesso à informação, mesmo nos continentes mais pobres, nunca foi tão democrático e popular.

A despeito das tentativas de filtragem do conteúdo; censura nos países comandados por ditaduras ou do imperialismo econômico dos grandes sítios e portais que dominam cada vez mais a informação, a internet ainda é aberta, igualitária, global e plural. O mundo merece a internet que tem!

Eu sou a Beth Veloso e esse é o Papo de Futuro. Mande suas dúvidas e sugestões para papodefuturo@camara.leg.br