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11/01/2016 14h45

A lição do celular em sala de aula (interprograma)

Zapear no meio da aula ou ficar nos joguinhos deveria ser terminantemente proibido?

A internet está em busca de um manual de uso, que especifique as suas recomendações e seus efeitos colaterais. Assim meio como uma bula de remédio. Algo como “aqui pode” e “aqui não pode”.

Embora a rede tenha tudo a ver com educação, tem o problema da dose. Rede de internet nas salas de aula para auxiliar no ensino, tipo laboratório de informática, pode! Porém, celular na mão de aluno, em sala de aula, é outra coisa.

Recentemente, ao julgar sobre o caso de um menino que teve o celular tomado pelo professor, um juiz afirmou que o celular na escola é apenas distração, e não serve em nada para o ensino ou o trabalho. Ou seja, zapear no meio da aula ou ficar nos joguinhos deveria ser terminantemente proibido.

Uma escola inglesa aumentou em 6% o rendimento dos alunos ao banir o celular da escola. Nas palavras do juiz brasileiro, celular é parte de uma cultura de alienação que só ensina falsos valores e implode a educação brasileira.

Taí uma lição de casa não só para as famílias, mas para o Estado e suas políticas públicas em defesa de um Brasil melhor.

Eu sou Beth Veloso e este é o Papo de Futuro. Mande suas sugestões para papodefuturo@camara.leg.br