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21/06/2017 - 16h44

Fábio Ramalho defende aprovação de idade mínima na reforma da Previdência

“No próximo governo, daqui a um ano e sete meses, começa-se uma conversa com toda a população sobre a necessidade da reforma”, afirma presidente da Câmara em exercício

Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Sessão extraordinária para discussão e votação de diversos projetos. Dep. Fabio Ramalho (PMDB-MG)
O deputado Fábio Ramalho, presidente da Câmara em exercício

O presidente da Câmara em exercício, Fábio Ramalho, defendeu nesta quarta-feira (21) que o Congresso aprove uma idade mínima na reforma da Previdência (PEC 247/16). Ele sugeriu 65 anos para homens e 62 para mulheres, com regras de transição, e propôs que outras alterações nas aposentadorias e pensões sejam apresentadas pelo próximo governo, em 2019.

“A Previdência tem que ser encarada de frente, mas temos que resguardar o direito de cada pessoa ter uma aposentadoria e saber de onde vão sair os recursos. Penso que avançar agora na idade é urgente. No próximo governo, daqui a um ano e sete meses, começa-se uma conversa e um entendimento com toda a população sobre a necessidade da reforma”, afirmou.

Segundo Ramalho, mesmo em um contexto de crise política, as instituições estão funcionando normalmente, e as propostas são tratadas cada uma no seu tempo. Ele deu como exemplo a reforma política e defendeu a aprovação de uma proposta até setembro, para que possa valer nas eleições de 2018. Ramalho também explicou que as festas juninas diminuíram o ritmo de votações nesta semana e que, na próxima, a Câmara volta à normalidade.

Reportagem - Luiz Gustavo Xavier
Edição - Ralph Machado

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Comentários

francisco moura | 23/06/2017 - 17h21
boa tarde senhores deputado,nosso maior problema em nosso pais sao a falta de educaçao samos criado de a qualquer custo,principalmente dos mais afortunados,(boa parte)nao estuda direito e ta sempre nos melhor cargo do país,como um deputado federal pode da um voto em uma reforma que se quer foi consultada por quem trabalha e paga as conta? sera que um cidadao dessa qualidade estudou,nao mais voto por enterresse proprio,porque empregou variois parente no governo vederal, e esse mesmo cidadao foi eleito pelo povo que confiou seu voto nele para lutar pelo uma vida melhor para nosso população.obrig
Cícero | 23/06/2017 - 14h09
Acabem com os pagamentos ao INSS e que cada um ecomomize e faça sua própria aposentadoria em aplicações como desejar.
Luciano Oliveira | 22/06/2017 - 18h17
Esta proposta de reforma da previdência sem escutar a sociedade é uma vergonha! O que vemos é o Poder Executivo comprando os votos do legislativo com benesses e chamam isto de "Governo de Coalizão". Mais se parece com balcão de negócios. Os senhores não foram eleitos para negociar, foram eleitos para representar os eleitores que, salvo melhor juízo, não foram consultados. Uma vergonha!