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09/05/2017 - 07h50

Comissão vota hoje os destaques apresentados à reforma da Previdência

Presidente da comissão pretende encerrar a votação ainda hoje

A Comissão Especial da Reforma da Previdência (PEC 287/16) reúne-se nesta terça-feira (9), às 9h30, para votar os 12 destaques que faltam para a aprovação do texto. O texto-base do relator, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), foi aprovado na semana passada.

Depois de analisada pelo colegiado, a proposta de emenda à Constituição precisa ser votada em dois turnos pelo Plenário, e receber pelos menos 308 votos para ser aprovada e encaminhada para análise do Senado.

A votação dos destaques foi interrompida na noite da última quarta-feira, quando agentes penitenciários invadiram o plenário da comissão para protestar contra a retirada da categoria da regra de aposentadoria especial dos policiais.

O presidente da comissão, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), disse que a questão dos agentes penitenciários só deverá ser analisada agora em algum destaque de Plenário. "A mensagem que nós passamos é a seguinte: Na marra, não vai. Agora, se as coisas se acalmarem, eu vejo um caminho para que isso possa, no Plenário", disse o presidente da comissão após a invasão na semana passada.

A reunião será realizada no plenário 2.

Saiba mais sobre a tramitação de PECs

A reunião poderá ser acompanhada ao vivo pela WebCâmara.

Íntegra da proposta:

Da Redação - ND

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Comentários

joao carlos | 09/05/2017 - 13h31
Corretíssimas analises. Eu, por exemplo ingressei no serviço publico federal em 1980. Já paguei 38 anos de contribuição. Agora vejo que se quiser me aposentar tenho que contribuir por mais 10 anos, ou seja, 48 anos de contribuição. Não sei o que passa na cabeça desses parlamentares!!!!!
Guilherme Brito | 09/05/2017 - 10h50
O Agente Penitenciário vive diariamente uma luta em meio à ameaça de morte, insalubridade e stress, com grande quantidade de suicídios na área. Todos sabíamos onde entramos, mas não há possibilidade de trabalho com Agentes idosos expostos a todos esses problemas, sendo ainda responsáveis por um trabalho que necessita capacidade física, com a mesma cobrada no concurso para o cargo. Chega a ser hipocrisia do Estado.
José Vidigal | 09/05/2017 - 10h10
VERGONHA! Ao mesmo tempo em que o governo libera 1,9 bilhões em emendas parlamentares para deputados votarem a favor da reforma da previdência, são tungados os direitos dos servidores anteriores a 2003, os únicos que ficaram sem regra de transição. Segurança jurídica e respeito aos contratos é só para banqueiros e capitalistas nessa "ponte" para o Brasil do futuro.