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23/03/2017 - 13h23

Maia diz ter confiança em quórum para aprovar reforma da Previdência

Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
Presidente da Câmara, dep. Rodrigo Maia (DEM-RJ) concede entrevista
Rodrigo Maia: reformas deverão gerar crescimento da economia já no segundo semestre

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse nesta quinta-feira (23) que não faltarão votos para aprovar as reformas trabalhista (PL 6787/16) e da Previdência (PEC 287/16). Ele foi questionado sobre o fato de o projeto da terceirização ter sido aprovado, na noite de quarta-feira (22), com 231 votos favoráveis, tendo recebido 188 votos contrários. A emenda à Constituição precisa de 308 votos.

Rodrigo Maia comparou a aprovação do projeto da terceirização com a pré-temporada de um time de futebol. "O importante é que foi vitorioso. E eu tenho certeza de que nas próximas votações, vamos jogar mais como time campeão brasileiro do que um time campeão carioca ou paulista. Esse apoio vai crescer, eu tenho certeza de que na reforma trabalhista nós vamos caminhar para um resultado de quórum constitucional", afirmou.

O presidente acrescentou que, na reforma da Previdência, o resultado "vai mudar a história do Brasil e gerar, já no segundo semestre, um crescimento enorme da economia brasileira, e a recuperação definitiva da geração de empregos".

Segundo Rodrigo Maia, a votação do projeto sobre a terceirização foi um "passo gigante" dado pelos deputados. "Foi o primeiro passo, uma sinalização forte, até porque é uma matéria que vinha sendo debatida há anos na Câmara e no Senado e nós nunca conseguimos encaminhar à sanção nenhum projeto", disse o presidente, ao calcular a votação da reforma trabalhista em 30 ou 40 dias, seguida pela reforma da Previdência.

Quanto às afirmações de que o projeto relativo à terceirização irá reduzir o número de empregos com carteira assinada, Rodrigo Maia afirmou que existem 14 milhões de desempregados no Brasil, e que é preciso dar segurança jurídica para contratação no mercado de terceirização.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Wilson Silveira
Edição - Sandra Crespo

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'



Comentários

Ivan Roberto | 29/03/2017 - 14h48
Senhores deputados é um absurdo as regras de transição , por favor mude isto ai pelo menos 40 anos as mulheres e 48 os homens e que covardia estão fazendo é inaceitável, é imoral querer aumentar nosso tempo de contribuição e a idade mínima para contribuição. Sou contra esta PEC287 ela só vai fazer o povo pagar uma coisa que não é de nossa orçada deste que começamos a trabalhar já começa a contribuição. Hoje existe várias empresas que são isenta eles que tem que contribuir também existe varias pessoas que se aposentaram sem si quer ter trabalhado está faltando é fiscalização.
Vicente camargos | 28/03/2017 - 09h41
Senhores deputados é um absurdo as regras de transição , por favor mude isto ai pelo menos 40 anos as mulheres e 45 os homens e que covardia estao fazendo com os professores
Aldo Cardoso | 25/03/2017 - 09h51
É deplorável que nossos legisladores se comportem como traidores de quem os elegeu, aprovando na maior cara de pau projetos danosos para a classe trabalhadora como esses da terceirização, trabalhista e previdência, enquanto privilegiam a eles próprios e outras castas como a justiça, ministério público etc., com eles conluiados contra o povo.
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