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16/02/2017 - 16h30 Atualizado em 16/02/2017 - 18h25

Consultor de Orçamento aponta privilégios de aposentadoria de servidor público

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O consultor do Orçamento da Câmara dos Deputados Leonardo Rolim disse há pouco que não é adequado falar de Previdência usando a expectativa de vida ao nascer porque ela está muito influenciada pela mortalidade infantil. Já a expectativa de vida após os 60 anos, no Brasil, estaria em torno de 81 anos.

Rolim disse que as reformas melhoraram o sistema de previdência dos servidores públicos da União, mas, segundo ele, ainda existem "muitos privilégios".

Como exemplo, ele disse que um servidor que se aposenta aos 60 anos com 35 de contribuição irá usufruir do benefício por 20,4 anos e a pensão que ele poderá gerar deverá durar mais 9 anos.

No caso dos professores, Rolim afirmou que o problema dos salários baixos e das más condições de trabalho da categoria não devem ser compensados por uma regra diferenciada de aposentadoria.

Leonardo Rolim afirmou que o deficit da previdência dos servidores públicos não vai cair no futuro e vai se estabilizar em um patamar mais alto que o atual.

Ele participa de audiência da Comissão Especial da Reforma da Previdência. A comissão analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, que altera regras em relação à idade mínima e ao tempo de contribuição para se aposentar, à acumulação de aposentadorias e pensões, à forma de cálculo dos benefícios, entre outros pontos.

Mais informações a seguir

A reunião da comissão ocorre no plenário 2.

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