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08/04/2015 - 14h10

Líder destaca dificuldade de votar fim do fator previdenciário

O líder do bloco PRB, PTN, PMN, PRP, PSDC, PRTB, PTC, PSL, PTdoB, deputado Celso Russomanno (PRB-SP), destacou a dificuldade de a Câmara votar o fim do fator previdenciário (PL 3299/08), pois, segundo ele, a conta da Previdência Social não fecha.

“Gostaríamos de votar o fim do fator previdenciário, mas como pagar essa conta num momento de crise, em que não podemos aumentar os gastos públicos, mas temos que reduzir os gastos públicos?”, questionou, durante comissão geral sobre Previdência Social, no Plenário da Câmara.

O ministro negou a existência de deficit na Previdência e disse que a presidente Dilma Rousseff pretende retomar o debate a respeito do fim do fator previdenciário, mas não neste momento. “Isso será feito no futuro, porque o momento agora é de crise econômica”, disse Gabas.

“Querem dizer que a Previdência é deficitária, para fazer o jogo da previdência privada”, afirmou o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), defendendo o fim do fator previdenciário. “A previdência social urbana será superavitária em 2014”, completou.

Desafio
Já o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, em discurso lido pelo deputado Carlos Manato (SD-ES), destacou que, no ano passado, a Previdência apresentou deficit de R$ 51 bilhões e que, para este ano, o deficit calculado é de R$ 60 bilhões. “Este é um quadro extremamente preocupante”, disse. De acordo com Cunha, o grande desafio é tornar a Previdência sustentável em longo prazo, sem cortar benefícios e ameaçar a segurança do trabalhador. “A Previdência é a mais importante política social do País”, disse. 

Reportagem – Lara Haje e Antônio Vital
Edição – Natalia Doederlein

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Comentários

Milton Nham | 12/04/2015 - 19h30
Papo furado e eleitoreiro de Paulo Paim, Paulinho da Força, Arnaldo Faria de Sá, Russomano, entre outros oportunistas com as causas dos aposentados
Valmor | 09/04/2015 - 19h54
Pede para o Eduardo cunha ir para o colégio novamente para aprender a fazer contas e ver que a previdência não é deficitária.
joao | 09/04/2015 - 17h49
Ou seja: Nós aposentados ajudamos o país no passado e agora temos que continuar pagando a conta da incompetência "bolivariana"!!!!!