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12/07/2013 - 17h44

Finanças aprova regulamentação das guardas civis municipais

Pela medida aprovada, a guarda não poderá ter efetivo superior a 0,5% da população do município. Além disso, o texto apenas prevê a possibilidade do porte de arma, o que deverá respeitar às normas estaduais e municipais.

Arquivo/ Beto Oliveira
Afonso Florence
Florence analisou os impactos financeiros e orçamentários de substitutivo à proposta original.

A Comissão de Finanças e Tributação aprovou, na quarta-feira (10), proposta que regulamenta as atribuições das guardas civis municipais no Brasil. O relator, deputado Afonso Florence (PT-BA), analisou os impactos financeiros e orçamentários do substitutivo aprovado pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado ao Projeto de Lei 1332/03, do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), e concluiu que o texto não traz riscos às finanças públicas.

Pelo substitutivo, do deputado Fernando Francischini (PEN-PR), a guarda civil não poderá ter efetivo superior a 0,5% da população do município. Atualmente, a Constituição estabelece apenas que os municípios poderão constituir guardas destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme dispuser a lei. Estima-se que existem, hoje, cerca de 600 guardas municipais no País, formadas por 70 mil homens e mulheres que cumprem funções de polícia comunitária, como ronda escolar e organização do trânsito.

Porte de arma
Um dos pontos mais polêmicos da proposta é o que autoriza o porte de arma para os guardas. O projeto original prevê a concessão de porte em caráter permanente; já o substitutivo abre apenas a possibilidade para essa autorização e determina que essa prerrogativa deverá respeitar às normas estaduais e municipais.

Francischini também excluiu do texto a obrigatoriedade do uso de coletes a prova de balas, mas manteve a exigência de corregedorias próprias; planos de cargos e salários; direção ocupada por servidor de carreira; viaturas na cor azul e controle externo por conselhos municipais de segurança. O deputado explicou que, quando a guarda municipal tem poder de polícia, já é prerrogativa o uso de colete.

Tramitação
O projeto tramita em regime de urgência e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e pelo Plenário.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Rodrigo Bittar
Edição - Rachel Librelon

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Comentários

Gm gustavo Henrique | 22/07/2013 - 12h15
Precisamos retormar o direito do laser da sociedade brasileira , as praças e parques e lugares pública pertencem a nós cidadãos de bem,o retorno do recesso parlamentar tem que priorizar a nossa regulamentação na constituição brasileira.
reinaldo | 21/07/2013 - 10h28
Só tenho a parabenizar esses homens q está a frente dessa grande realidade.
Marco Antonio | 20/07/2013 - 19h31
Boa noite, o mais engraçado é RECONHECER UMA COISA QUE É ORGAO DE SEGURANÇA PUBLICA, se estao inserido no art 144 e so existe dois tipos de segurança Privada e Publica??? GM é .. onde esta a isonomia quando se trata das funçoes de SEGURANÇA PUBLICA, todos sao armados obrigatoriamente que é no minimo dever do Estado, pois qual seria o valor destes cidadãos que coloca sua vida em risco em prol da sociedade?? TODOS sao POLICIAIS infelizmente nossa cultura é esta e é MUITO importante DEIXAR CLARO QUE os agentes da GM sao sim POLICIAIS onde seu poder de Policia emana do MUNICIPIO CONFORME CF88.
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