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31/05/2017 - 18h06

Frente parlamentar quer medidas legislativas para prevenção e controle da obesidade

Billy Boss/Câmara dos Deputados
Subcomissão Especial do Plano Nacional do Desporto  Mesa Redonda: A terceira etapa da proposta do Plano Nacional do Desporto. Dep. Evandro Roman (PSD - PR)
O deputado Evandro Roman é o coordenador da frente parlamentar

Uma em cada três crianças brasileiras entre 5 e 9 anos de idade está com excesso de peso, e 8,4% dos adolescentes são obesos, segundo dados do Ministério da Saúde.

Com o objetivo de auxiliar na mudança desse quadro, foi lançada na Câmara, nesta quarta-feira (31), a Frente Parlamentar Mista de Combate e Prevenção da Obesidade Infanto-Juvenil.

A frente será coordenada pelo deputado Evandro Roman (PSD/PR), que destaca a importância de se debater o tema.

Três eixos serão priorizados, de acordo com o deputado: a alimentação, a atividade física e a qualidade do sono.

"A obesidade infantil hoje no mundo tomou proporções que são danosas, principalmente, para a saúde pública. E quando nós falamos em crianças, temos que pensar que elas são os adultos de amanhã, e se desenvolverem maus hábitos alimentares, ausência da atividade física, e má qualidade de sono, serão adultos doentes”, afirma o parlamentar.

Roman destaca que as chances dessas pessoas desenvolverem as chamadas doenças crônico-degenerativas, como diabetes, colesterol alto, hipertensão ou cardiopatias, são grandes.

Qualidade de vida 
Evandro Roman disse que a frente parlamentar pretende trabalhar com a educação das famílias e conhecer escolas que desenvolvam políticas de controle, prevenção e combate à obesidade infanto-juvenil em todos os estados.

Após a realização de audiências públicas, os parlamentares pretendem sugerir medidas legislativas com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população. 

A Organização Mundial de Saúde já considera a obesidade como um dos maiores problemas da área. A obesidade e o sobrepeso vêm aumentando em toda a América Latina, com tendência de crescimento nas crianças, segundo a organização. 

Reportagem - Leilane Gama
Edição - Rosalva Nunes

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Comentários

Mariana Maya Werneck Magalhães | 05/06/2017 - 06h47
E quando esses adolescentes viram adultos obesos, não têm NENHUMA opção de tratamento medicamentoso acessível, porque os medicamentos que poderiam ajudar os obesos a não ae tirnarem obesos mórbidos, continuam proibidos! Votem ligo essa emenda, pelo amos de Deus!! Façam algo de útil que terá impacto direto sobre a qualidade de vida dos obesos, prevenindo tantaa doenças decorrentes da obesidade!Os medicamentos disponíveis custam cerca de mil reais por mês, inviável!
Antônia | 04/06/2017 - 20h16
E o tratamento medicamentoso, pq excluíram? Votem o PL 2431/11, eficaz para o controle!!