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06/09/2011 - 16h14

Câmara vai realizar comissão geral para discutir regulamentação da Emenda 29

Rodolfo Stuckert
Presidente Marco Maia e a vice Rose de Freitas concedem entrevista
Marco Maia, ao lado da 1ª vice, Rose de Freitas: Emenda 29 entrará na pauta de votação no dia 28, mesmo sem acordo sobre financiamento.

O presidente da Câmara, Marco Maia, anunciou nesta terça-feira que haverá comissão geral no próximo dia 20 para discutir a regulamentação da Emenda 29 (PLP 306/08), que prevê recursos públicos mínimos obrigatórios para a saúde. Entre os convidados do debate estarão o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, representantes da área financeira do governo federal, prefeitos, governadores e dirigentes de entidades da sociedade civil ligadas ao setor.

Marco Maia explicou que convocou o evento para conhecer o impacto que a Emenda 29 terá em cada um dos estados. “Vamos pedir que os governadores nos mostrem, de forma sistematizada, qual é o efeito que a proposta provocará nos seus estados, para que isso nos ajude também a propor alternativas que possam viabilizar novos recursos para a área da saúde”, disse.

No dia seguinte à comissão geral, está previsto um almoço dos governadores com líderes partidários na residência oficial da Presidência da Câmara. Segundo Marco Maia, o objetivo do encontro é buscar entendimento sobre a regulamentação.

Votação
O presidente disse ainda que o texto será mantido na pauta do Plenário do dia 28 de setembro, mesmo que não haja um acordo prévio sobre como os governos municipais e estaduais vão bancar o aumento de gastos obrigatórios com a saúde.

Maia afirmou, no entanto, que a Casa está pronta para discutir alternativas de financiamento. “A Câmara está à disposição do governo, dos governadores e da sociedade para debater alternativas que possam viabilizar mais recursos para a saúde. Não significa que isso vá acontecer até o dia 28. Porém nós podemos iniciar o debate, uma discussão que possa contribuir com o debate no Senado. Eu concordo com o que disse a presidenta Dilma Rousseff, de que o tema da saúde é gestão, mas também é financiamento”, declarou.

Sugestões de financiamento
A proposta de regulamentação da Emenda 29 prevê que os estados serão obrigados a gastar 12% de seus orçamentos com a saúde. Para os municípios, a despesa obrigatória sobe para 15%. Para compensar o aumento de gastos governamentais, várias sugestões foram cogitadas, como a volta da CPMF ou a criação de um imposto parecido, que arrecadaria recursos a partir das movimentações financeiras de todo brasileiro.

Outras opções já defendidas por deputados são: legalização dos bingos, aumento do seguro obrigatório dos carros mais caros e cobrança pela remessa de lucros e dividendos de empresas para fora do Brasil. Todas essas medidas propõem destinar toda ou parte da arrecadação de impostos de cada setor para a saúde.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Ginny Morais/Rádio Câmara
Edição – Marcelo Oliveira

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'



Comentários

paulo r b ascoli | 08/09/2011 - 12h22
Quero saber é quando vai sair a CPMI da corrupção? Dizem os mais otimistas que no dia 31 de fevereiro ou 1º de abril!! Será GRANDE PRESIDENTE MARCO MAIA????????:?????????????
paulo r b ascoli | 08/09/2011 - 12h17
COMISSÃO=PROCRASTINAÇÃO=BARRIGADA!!!!!
JORGE LUIZ MEDEIROS DA CUNHA | 08/09/2011 - 11h49
A Gestão da saúde é importante em função do acompanhamento e controle de medicamentos e epidemias, mas do servidor que recebe e não trabalha, principalmente, médicos que possuem simultaneamente 03 empregos, ficando por último os ligados ao serviço público. O médico deveria ganhar bem para ter exclusividade no serviço, assim, seria possível o controle de suas ações, a exemplo de médicos que assinam pontos e vão atuar em seus consultórios particulares ou em entidades privadas.Vamos montar uma cruzada para que os médicos sejam responsabilizados por mortes durante a sua ausência no trabalho.
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