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28/02/2018 - 18h55

Nilson Leitão assume liderança do PSDB e defende reforma tributária

Lucio Bernardo Jr. / Câmara dos Deputados
Audiência pública conjunta das comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara e de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado sobre os possíveis efeitos no agronegócio brasileiro do recolhimento, por parte do empregador rural pessoa física, de contribuição para o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (FUNRURAL). Dep. Nilson Leitão (PSDB-MT)
O novo líder do PSDB na Câmara, deputado Nilson Leitão, defende prioridade para os projetos de autoria de deputados e senadores

Novo líder do PSDB na Câmara, o deputado Nilson Leitão (MT) disse que a legenda vai defender projetos de simplificação tributária com o objetivo de desonerar setores produtivos e alavancar a geração de emprego. Além da agenda da segurança pública, ele destacou que, em 2018, os parlamentares precisam avançar em iniciativas que acabem com o excesso da burocracia no país.

Natural do Mato Grosso do Sul, Nilson Leitão comanda o terceiro maior partido da Casa, com 46 deputados. Em 2015, assumiu a coordenação da Frente Parlamentar Mista da Agropecuária (FPA), atuando como relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Funai, que funcionou entre 2015 e 2017.

Leia abaixo a entrevista concedida pelo novo líder à Agência Câmara.

Quais são as prioridades da bancada neste ano?
A prioridade é levantar os temas de projetos que estão tramitando na Casa, que são de autoria dos deputados e senadores do PSDB. Alguns estão tramitando no Senado, outros na Câmara, relativos à economia e à segurança pública que são dois temas importantes e prioritários. Além dos projetos na área social.

Quais projetos a legenda considera importantes na área econômica?
Nós estamos tratando da reforma tributária, da simplificação dos impostos, dos incentivos, do microcrédito (MP 802/17). São temas que precisam chegar a todos os setores. É necessário desburocratizar e tirar todo o peso da carga tributária dos empregadores, para abertura de novos postos de trabalho.

Como o partido avalia o cenário político de 2018?
Será preciso um debate para reformular o país. Nós passamos por um impeachment, ganhamos reformas importantes, como a trabalhista e a do ensino médio, além da terceirização; mas precisamos avançar mais. O Brasil passou um tempo de atraso, com muitas leis aprovadas que não fizeram avançar a produção e o emprego. A preocupação em se ter uma boa educação, saúde e segurança pública gira em torno do incentivo ao emprego, portanto é preciso desburocratizar e modernizar. É necessário ter uma legislação flexível. O emprego é o ponto principal.

Confira entrevistas com outros líderes

Íntegra da proposta:

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra

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