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05/02/2018 - 20h45

Rodrigo Maia quer discutir com governadores soluções para deficit previdenciário

Em reunião com governadores na tarde desta segunda-feira (5), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, sugeriu a construção de uma pauta mínima comum para enfrentar a crise fiscal que atinge os estados e a União.

Segundo Maia, a ideia é buscar uma proposta que reúna soluções comuns para questões urgentes tanto para estados quanto para a União, como o deficit previdenciário e a crise na segurança pública. A sugestão deverá ser debatida por secretários de Fazenda na próxima quinta-feira (8) e em um novo encontro de Maia com governadores no dia 19 de fevereiro.

“O que eu disse aos governadores é que nós temos de pensar em soluções em áreas que tenham alguma convergência. É claro que a Previdência da União e a dos estados estão entre esses temas”, disse Maia, ao comentar a hipótese de criação de um fundo de compensação previdenciária para resolver o deficit.

Apesar da preocupação dos governadores, Maia disse que não há garantia de que os estados vão apoiar o novo texto que deverá ser apresentado pelo relator da reforma da Previdência (PEC 287/16), deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA).

“Os governadores concordam que é preciso mudar a Previdência pública. Agora, se a proposta que vai ser colocada até quarta ou quinta-feira pelo deputado Arthur Maia tem o apoio deles ou não, isso eu não sei ainda. É uma questão a ser construída”, declarou o presidente da Câmara.

O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, que participou do encontro de hoje com Maia, comentou a ideia de criação de um fundo de compensação previdenciária. “Essas próximas reuniões vão servir para discutir a viabilidade de constituirmos um fundo de ativos que possa suportar o futuro da Previdência dos estados, porque essa não é apenas uma dificuldade da União”, destacou Sartori, acrescentando que o deficit em seu estado superou R$ 10 bilhões em 2017.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Marcelo Oliveira

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Comentários

MARCO ANTÔNIO DE OLIVEIRA | 08/02/2018 - 15h21
Podemos dizer que esse argumentos que estão sendo defendidos pelo Presidente mais impopular que já existiu, diga-se de passagem, PRESIDENTE QUE NÃO FOI ELEITO PELO POVO, e seus aliados que não estão nem um pouco preocupados com o povo brasileiro, são falaciosos ou que são sofismas ou simplesmente MENTIROSOS, desmentidos pelo Senador Paulo Paim. "uma mentira contada mil vezes torna-se verdade" Goebbels. Esse que está Presidente ainda têm o disparate de falar que o povo está a favor da Reforma , pois se não há consenso nem entre os Deputados, será que vai existir entre o povo?
Felipe Araldi | 07/02/2018 - 13h34
IONE AZEVEDO, FRANCISCO PEREIRA DE SOUSA e Amaral, O que as dívidas com o Regime Geral tem a ver com o déficit dos Regimes Próprios tratados na matéria?
IONE AZEVEDO | 06/02/2018 - 21h43
Sr. Maia, poderemos pensar em várias formas de solucionarmos o falacioso déficit, ou seria mais acertado dizer superavit!Então, vamos lá: Cobrar os débitos das empresas que estão em mora(inclusive de propriedade dos parlamentares), parar de conceder tributos,manter a vinculação o recursos da Seguridade Social(CF), parar de retirar recurso da Seguridade Social para socorrer as tão lucrativas instituições financeiras. Enfim, garantir os ditames Constitucional que trata da Seguridade social (PREVIDÊNCIA, SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL), ou seja, não usurpar os recursos da Previdência Social.