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10/02/2015 - 17h49 Atualizado em 10/02/2015 - 20h20

Cunha defende cautela e preservação de direitos na votação das metas de ajuste fiscal

J.Batista / Câmara dos Deputados
Presidente Eduardo Cunha
Eduardo Cunha: é necessário equilíbrio nas contas públicas.

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, defendeu, nesta terça-feira, “cautela e conciliação" para realizar as metas de ajuste fiscal anunciadas pelo governo Dilma Rousseff. Segundo ele, a despeito das restrições fiscais, “devem ser preservados os direitos”.

No fim do ano passado, o governo editou duas medidas provisórias que fazem mudanças na concessão da pensão por morte, do abono do PIS/Pasep e do seguro-desemprego (MPs 664/14 e 665/14). A expectativa é que as mudanças nos dois benefícios gerem uma economia de R$ 18 bilhões em 2015.

As duas MPs receberam um total de 741 emendas de deputados e senadores. A oposição apresentou o maior número de emendas. Algumas procuram retirar artigos inteiros e, muitas vezes, são usadas para atrasar e impedir votações. No entanto, parlamentares de partidos que compõem a base do governo, como PCdoB e PR, também apresentaram emendas anulando os efeitos das MPs.

Economia de R$ 18 bi

Veja detalhes sobre o ajuste fiscal planejado pelo governo

Questionado se a meta de economia em R$18 bilhões, estimada pelo governo, era a ideal, Eduardo Cunha falou que independentemente do montante do contingenciamento, é necessário equilíbrio nas contas públicas.

“Não posso dizer que tem de sair neste formato e ser deste tamanho. Essas contas são de quem fez as propostas. A gente sabe que é necessário [o ajuste] basta ver o superavit primário no ano anterior, que virou um deficit. Definitivamente, se você não tiver as contas sob controle, corre o risco de o País perder o grau de investimento - uma consequência muito danosa para a economia, porque obriga investidores a fugirem do País”, destacou o presidente da Câmara.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Newton Araújo

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Comentários

Erasmo Neto | 11/02/2015 - 13h58
Deputado Eduardo,com os investidores fogem os trabalhadores mais qualificados.Que os números te ilumine.
carlos pereira da costa | 10/02/2015 - 19h27
Senhor Presidente Deputado Eduardo Cunha, escrevo novamente a Vossa Excelência, para que o senhor coloque em votação , a PEC 555/2006 que acaba com a famigerada cobrança dos inativos e pensionistas do serviço público, criada com o Mensalão no governo do Lula. A aprovação desta PEC, senhor Presidente, vai acabar com uma das maiores injustiças aos aposentados e pensionistas deste País. Tenho certeza que a sua consciência vai falar mais alto com essa aprovação da PEC 555 / 2006. Que Deus o ilumine.
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