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18/05/2017 - 17h33

Confederações esportivas querem recuperar credibilidade para receber mais investimentos

Leonardo Prado/Câmara dos Deputados
Audiência pública para debater a atual situação da Confederação Brasileira de Taekwondo e da Confederação Brasileira de Tiro Esportivo
A Comissão do Esporte, da Câmara dos Deputados, debateu acusações sobre a má prestação de contas das confederações de Taekwondo e de Tiro Esportivo

Os presidentes das confederações brasileiras de Taekwondo e de Tiro Esportivo afirmaram em audiência pública na Câmara dos Deputados que estão tentando recuperar a credibilidade das duas entidades para obter mais investimentos nessas modalidades esportivas. O tema foi debatido na Comissão do Esporte, na quarta-feira (17).

Alberto Maciel Cavalcante Júnior, da confederação de taekwondo, e Durval Balen, do tiro esportivo, afirmaram que estão saneando as finanças das entidades e que as irregularidades atualmente em investigação pela Polícia Federal foram cometidas na gestão anterior.

Questionamentos
O deputado Fábio Mitidieri (PSD-CE), que propôs a realização do debate, afirmou que o orçamento previsto para a Confederação Brasileira de Taekwondo, em 2017, é de R$ 1 milhão e cobrou explicações de como esse dinheiro será utilizado.

“Há várias acusações de que essa confederação não faz prestação de contas há cinco anos e mesmo assim ainda tem acesso a recursos públicos. Como isso é possível?”, questionou.

Cavalcante Júnior disse que vai solucionar o problema: “Tínhamos três pessoas para cuidar da prestação de contas e descobrimos que estava atrasada desde 2014. Demitimos esses funcionários e contratamos técnicos capacitados para executar o serviço”.

Tiro Esportivo
Durval Balen disse que a confederação de tiro esportivo recebe atualmente cerca de R$ 2,6 milhões por ano para o desenvolvimento do esporte e que este valor não supre a necessidade dos atletas. Para amenizar o problema, ele afirmou que cortou o próprio salário.

“Dizem que dirigentes enriquecem quando assumem o cargo, eu empobreci. A verba para pagar os presidentes de confederações é de R$ 22 mil, eu abdiquei desde o primeiro dia desse valor. Esse dinheiro é utilizado para as despesas que a modalidade exige. Eu custeio as minhas viagens em competições e outras despesas”, disse.

O deputado Fábio Mitidieri afirmou que é dever da Comissão de Esporte promover audiências públicas que possam esclarecer eventuais dúvidas acerca da credibilidade das confederações de modalidades esportivas. “O atleta não pode ser o maior penalizado”, afirmou.

Reportagem – Igor Caíque
Edição – Newton Araújo

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