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28/02/2013 - 16h44

Proposta estende desoneração da folha a todos os setores da economia

Beto Oliveira
Guilherme Campos
Guilherme Campos quer dar opções iguais a todos os setores.

O benefício fiscal que permitiu a empresas de alguns setores da economia substituírem a tradicional contribuição previdenciária, equivalente a 20% da folha salarial, por uma contribuição baseada em alíquotas de 1% a 2% sobre a receita bruta pode vir a ser estendido a todas as empresas brasileiras.

Isso é o que determina o Projeto de Lei 4783/12, do deputado Guilherme Campos (PSD-SP). A redução de encargos sobre o fator trabalho esta prevista pela Medida Provisória 582/12, já aprovada pela Câmara. Ela beneficia empresas de setores específicos da economia, como tecnologia da informação (TI), vestuário e calçados e, mais recentemente, construção civil e comércio varejista.

O objetivo principal é reduzir os custos de produção no País e valorizar a indústria nacional. “A iniciativa pretende tornar igualitária a opção de desoneração das folhas de pagamento das empresas”, sustenta Campos.

Segundo o deputado, princípios constitucionais, como a equidade na forma de participação dos contribuintes no custeio das despesas públicas, justificam a ampliação do benefício a todos os setores da economia.

Pela proposta, as empresas interessadas deverão fazer a opção na ocasião do recolhimento da primeira contribuição do ano, com validade para todo o ano, não cabendo retificação. O texto especifica ainda que a medida não se aplica a empresas que exerçam as atividades de representante, distribuidor ou revendedor de programas de computador, cuja receita bruta decorrente dessas atividades seja igual ou superior a 95% da receita bruta total.

Além disso, no caso de contratação de empresas para a execução dos serviços mediante cessão de mão de obra, a empresa contratante deverá reter 3,5% do valor bruto da nota fiscal ou da fatura de prestação de serviços.

Tramitação
O projeto tem caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Murilo Souza
Edição - Juliano Pires

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Comentários

Décio | 28/02/2013 - 22h32
ENQUANTO ISSO, OS APOSENTADOS PODEM MORRER DE FOME QUE NÃO TEM PROBLEMA NENHUM PARA OS DEPUTADOS DESTE PARLAMENTO, PARA O EXECUTIVO, QUANTO MAIS MORREREM MELHOR, E DIZEM QUE NÃO TEM COMO ACABAR COM MALDITO FATOR FUNERÁRIO, QUE NÃO TEM DINHEIRO PARA AUMENTO REAL.
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