Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

14/09/2016 - 13h20

Debatedores divergem sobre existência de cultura do estupro no Brasil

Assista ao vivo

A procuradora do Distrito Federal Beatriz Kicis de Sordi afirmou, há pouco, que não existe cultura estupro no Brasil, e que isso está sendo construído, por influência de organismos internacionais. “O que existe no Brasil é cultura da impunidade”, opinou.

Na comissão geral, no Plenário da Câmara dos Deputados, que discute a violência contra mulheres e meninas no Brasil, ela também criticou a educação de gênero nas escolas, afirmando que crianças seriam sexualizadas.

A deputada Erika Kokay (PT-DF) pediu o enfrentamento da impunidade, que naturaliza a violação dos direitos. “A impunidade cala as vítimas e somos contra a impunidade”, ressaltou. Defendeu também políticas públicas contra a cultura do estupro. “Ela existe e precisa ser reconhecida como tal”, afirmou. Segundo a parlamentar, as mulheres foram vítimas de estupro estão sendo responsabilizadas pela agressão.

O deputado Pastor Eurico (PHS-PE), por sua vez, criticou a exploração da “sensualidade feminina” pela mídia, por exemplo, em propagandas de cerveja. Segundo ele, “os homens de mau caráter” são estimulados por isso.

Continue acompanhando esta cobertura.

Assista também pelo canal da Câmara dos Deputados no You Tube