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06/11/2012 - 17h41

Para deputado, pessoa deve ter direito de querer deixar homossexualismo

Os deputados Pastor Eurico (PSB-PE) e Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) criticaram há pouco a ausência, na audiência pública realizada hoje, de expositores favoráveis a terapias e tratamentos que prometam “curar” a homossexualidade. “É preciso pensar no direito de quem quer deixar o homossexualismo”, afirmou Eurico, reclamando que os parlamentares não aceitam serem taxados de homofóbicos por defender esse direito.

Feliciano acrescentou que no dia 20 de novembro será realizada outra audiência pública sobre o assunto. “Índio nasce índio, não tem como mudar; negro nasce negro não tem como mudar; mas quem nasce homossexual pode mudar. Até a palavra homossexual deveria ser abolida do dicionário, já que se nasce homem ou mulher”, afirmou o deputado.

Como resposta ao pastores, a deputada Érika Kokay (PT-DF) disse que o encontro realizado nesta terça-feira é um contraditório a outra reunião, essa já realizada, em que foi dado espaço exatamente para os que acreditam que é possível “curar” a homossexualidade.

Em 1999, a Resolução 001/99, do Conselho Federal de Psicologia (CFP), proíbiu os profissionais da área de proporem tratamento para “curar” a homossexualidade. A norma, contudo, ainda divide opiniões dentro da categoria.

A audiência, promovida pela Comissão de Seguridade Social e Família, ocorre no plenário 7.

Reportagem - Jaciene Alves
Edição - Juliano Pires

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