Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

  • Retorne o texto ao tamanho normal
  • Aumente o tamanho do texto

Navegação Global

Você está aqui: Página Inicial > Comunicação > Câmara Notícias > Direitos Humanos > Parlamentares pedem agilidade para projeto contra união homoafetiva
  • Compartilhar no Google+
01/06/2011 - 21h45

Parlamentares pedem agilidade para projeto contra união homoafetiva

Gustavo Lima
Manifestantes participam de protesto pacífico contra o PL 122
Manifestantes ligados a movimentos religiosos também querem a rejeição de projeto que criminaliza a homofobia

O coordenador da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), deputados e senadores que compõem a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Família e o pastor da Igreja de Cristo Silas Malafaia pediram à Mesa Diretora da Câmara agilidade na análise do Projeto de Decreto Legislativo 224/11, que susta a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em favor da união homoafetiva.

Eles foram recebidos nesta quarta-feira pelo 2º vice-presidente da Câmara, deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), e também pediram a realização de uma comissão geral para discutir o ativismo judicial do STF. Os parlamentares participaram de uma manifestação organizada por Silas Malafaia que reuniu milhares de pessoas em frente ao Congresso contra o projeto que criminaliza a homofobia (PLC 122/06, em tramitação no Senado).

Homofobia
A intenção do encontro, segundo João Campos, é mostrar para o Parlamento a contrariedade em relação ao texto, que pode criminalizar a atuação de líderes religiosos contrários à homossexualidade. “Nós queremos consolidar, junto à sociedade, o entendimento de que esse projeto é inconstitucional, é uma aberração que ofende princípios fundamentais da democracia, como livre expressão, inviolabilidade do pensamento e liberdade de crença”, esclareceu o deputado.

Se seu navegador não puder executar o áudio, <a href='http://www2.camara.gov.br/agencia/audios/13051f4e319.mp3' _fcksavedurl='http://www2.camara.gov.br/agencia/audios/13051f4e319.mp3'>obtenha o áudio</a> e salve-o em seu computador.
Ouça aqui o debate especial promovido pela Rádio Câmara entre Toni Reis, presidente da ABGLT, e Silas Malafaia, pastor da Assembleia de Deus, sobre homofobia.

A proposta está em análise no Senado e os parlamentares discutem a possibilidade de apoiar um texto alternativo sugerido pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ). “Eu ainda não li o texto do Crivella, mas pela experiência que ele tem no meio evangélico, eu penso que deve ser um bom texto e a frente deve aprová-lo”, disse o líder do PR, deputado Lincoln Portela (MG).

O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) ressaltou que foram entregues ao presidente do Senado, José Sarney, mais de um milhão de assinaturas contrárias ao projeto. “É a manifestação da sociedade brasileira, do povo, que quer a família da forma que Deus criou”, disse o deputado, que criticou o reconhecimento, pelo STF, da união homoafetiva.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Carol Siqueira
Edição – Maria Clarice Dias

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'



Comentários

Isaque Nascimento | 11/11/2014 - 18h32
Não sou obrigado a concordar com essa união e infelizmente a opnião contraria é entendida como preconceito, sou contra, mas cada um toma a escolha e decisão que quiser. Não concordo com a maneira que estão fazendo isso. Querem conquistar os seus direitos ridicularizando e ofendendo os outros, com ofensas que passam dos limites.
Anne Calamucci | 14/07/2014 - 15h27
Lamentavel... Deus ensinou a amar , por que entao julgar a forma de amar do proximo ? Julgar tambem nao é de acordo com Deus, pois só ele tem esse direito. E como Deus nos deu livre arbitrio para nossas escolhas, quem é o religioso para se achar no direito de interferir ? Voces julgam mas nao olham para o proprio umbigo! E outra coisa.... Nao misturem religiao com politica, pois nem todo mundo é evangelico.
Paulo Cesar | 09/07/2014 - 22h42
Democracia é a decisão pela maioria. Outra: nossos direitos são garantidos pela Constituição. Não é questão de preconceito, é de emitir opinião, garantido pela Constituição. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Ninguém está pregando ódio a ninguém nem tampouco se trata de intolerância religiosa; homossexualismo é contrário à natureza. Não é questão religiosa; é questão lógica e evidente. Só tapa os olhos para isso quem não quer ver. O Estado é laico e vai continuar sendo, mas opinamos, segundo a liberdade que nos está garantida, que discordamos desse tipo de prática.
  • Câmara Notícias
    Expediente
    Disque-Câmara: 0800 619 619

Mapa do Portal