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22/09/2016 - 09h03

Projeto altera quórum de condôminos para reforma de fachada de imóvel

Antonio Augusto / Câmara dos Deputados
Reunião Ordinária. Dep. Miguel Haddad (PSDB-SP)
Haddad: procuramos corrigir uma distorção existente na legislação que rege os condomínios edilícios

O proprietário de casa situada em condomínio (térrea ou assobradada) poderá alterar a fachada da sua unidade se obtiver a aquiescência da maioria absoluta (metade mais um) dos condôminos. A medida consta em projeto de lei (PL 5645/16) apresentado pelo deputado Miguel Haddad (PSDB-SP).

O projeto determina ainda que no caso de apartamentos, a fachada poderá ser mudada com a concordância de ¾ dos condôminos.

A proposta altera a Lei dos Condomínios (Lei 4.591/64), que só permite obra para mudança de fachada com o apoio de todos os condôminos. Para ele, essa regra impossibilita, na prática, a reforma do imóvel.

“Mostra-se equilibrado e de bom senso que o quórum seja diferenciado para estas hipóteses”, disse Haddad.

Tramitação
O PL 5645 tramita em caráter conclusivo nas comissões de Desenvolvimento Urbano; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Janary Júnior
Edição - Marcia Becker

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Comentários

Wagner Dantas | 19/10/2016 - 15h42
Para quem é administrador de condomínio sabe que essa proposta é a melhor coisa que pode acontecer. O problema é que tem pessoas que morram aonde não podem morar e arcar com as despesas do condomínio. Tenho certeza de que será aprovada essa Lei.
Wagner Dantas | 19/10/2016 - 14h38
Para quem é administrador de condomínio sabe que essa proposta é a melhor coisa que pode acontecer. O problema é que tem pessoas que morram aonde não podem morar e arcar com as despesas do condomínio. Tenho certeza de que será aprovada essa Lei.
Jose Geraldo Dutra Filho | 23/09/2016 - 10h44
Este projeto só pode ser brincadeira. É uma maneira de impor débitos e despesas que muitas vezes os condôminos que não concordam com as mudanças não podem arcar. É mais um projeto de covardia contra a maioria e que apenas beneficia a minoria mais aquinhoada. Só pode ser brincadeira.