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09/07/2014 - 17h12

Proposta revoga uso obrigatório de flúor na água tratada

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6359/13, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que revoga a obrigatoriedade de as companhias de abastecimento colocarem flúor na água, quando existir estação de tratamento. Essa exigência está na Lei 6.050/74 e foi instituída com o objetivo de prevenir as cáries dentárias.

Lúcio Bernardo Jr.
Dep. Carlos Bezerra
Carlos Bezerra: excesso de flúor provoca fluorose, doença que torna os dentes porosos e quebradiços.

De acordo com o autor, a inclusão de flúor na água para abastecimento público “é fruto de um equívoco científico” do final do século 19. O excesso de flúor, lembrou Bezerra, provoca fluorose, doença que torna os dentes porosos e quebradiços.

O uso de flúor, segundo pesquisas citadas pelo deputado, só é eficaz contra cárie durante a fase de crescimento dos dentes. “A fluoretação provoca muito mais males que benefícios à saúde pública, ao promover a ingestão excessiva e indiscriminada de flúor”, diz Bezerra.

Além dos males para a saúde, Bezerra afirma que a fluoretação da água para abastecimento público é economicamente injustificável, pois apenas uma pequena parcela é ingerida. A maior parte é utilizada para higiene, lavagem de pisos e roupas e atividades de serviços. “É muito mais razoável e racional que a administração do flúor para prevenir a cárie seja feita de forma controlada, por profissionais habilitados”, diz o deputado.

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

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Comentários

Adriano | 13/02/2018 - 18h20
Nós pagamos pela água e colocam um elemento toxico sem o nosso consentimento. A fluoretação tem que parar.
PAULO SERGIO DE OLIVEIRA HIRTH | 03/02/2018 - 00h48
Diante de tantos fundamentos que mostram a nocividade do flúor, seu uso deveria ser interrompido imediatamente, mesmo antes da aprovação!
Edna | 02/02/2018 - 14h39
Pleno 2018 e nada mudou .