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15/09/2015 - 17h08

Deputados do PT, PSB e Psol criticam doações empresariais a campanhas eleitorais

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Deputados do PT, PSB e Psol criticaram, há pouco, a doação empresarial para campanhas eleitorais durante o depoimento do empresário Ricardo Pessoa, da empreiteira UTC, à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras.

Pessoa não respondeu qualquer pergunta dos integrantes da CPI, mas no início da audiência leu um texto em que admitiu ter feito pagamentos de vantagens indevidas para garantir contratos na Petrobras.

Em depoimentos em processo de delação premiada divulgados pelos meios de comunicação, Pessoa teria afirmado que pagou propina por meio de doações oficiais a partidos e agentes políticos.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, Pessoa disse na Justiça que repassou R$ 3,6 milhões ao PT, dinheiro que teria sido usado na campanha de Dilma Rousseff. O comitê de campanha de Dilma negou a informação.

Em junho, a revista Veja informou que Pessoa teria mencionado 18 políticos como beneficiários de dinheiro desviado da Petrobras, entre os quais o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que questionou o depoente. “Eu pedi doação oficial ao partido e isso não tem nada a ver com propina. É por isso que somos contra a doação empresarial de campanhas”, disse.

A bancada do PT na comissão repetiu o mesmo argumento. “O que diferencia o que é propina e o que é doação oficial? A UTC contribuiu para 27 partidos, entre os quais os da oposição. Por isso somos contra o financiamento empresarial de campanha”, disse o deputado Leo de Brito (PT-AC).

“Vamos acabar com a hipocrisia e a cara de pau de quem diz que é contra a corrupção, mas defende a contribuição empresarial de campanha”, disse o deputado Jorge Solla (PT-BA).

No início do depoimento de Pessoa, o deputado Ivan Valente (Psol-SP) observou: “Em seu depoimento à CPI, (o ex-diretor da Petrobras) Paulo Roberto Costa disse que empresário não doa, empresta”, disse.

O depoimento de Ricardo Pessoa já se encerrou. Agora, a CPI ouvirá o depoimento de Sandra Raphael Guimarães, funcionária da UTC.

A reunião continua no plenário 3.



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