Ir para o conteúdo. | Ir para a navegação

  • Retorne o texto ao tamanho normal
  • Aumente o tamanho do texto

Navegação Global

Você está aqui: Página Inicial > Comunicação > Câmara Notícias > Administração Pública > Câmara aprova aumento de salários para servidores do Judiciário
25/03/2015 - 14h43

Câmara aprova aumento de salários para servidores do Judiciário

Conforme a proposta, reajuste será pago em parcelas até 2017.

Divulgação
Deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP)
Faria de Sá defendeu a aprovação do projeto e da emenda que condiciona o aumento à existência de dotação orçamentária.

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (25), em caráter conclusivo, proposta (PL 7920/14) do Supremo Tribunal Federal (STF) que reajusta os salários dos servidores do Poder Judiciário da União. Pelo texto, o aumento será implementado em parcelas até 2017. O impacto orçamentário para 2015 é de aproximadamente R$ 1,473 bilhão.

Como já havia sido aprovado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Finanças e Tributação, o projeto seguirá agora para o Senado, exceto se houver recurso para que seja analisado antes pelo Plenário da Câmara.

Para o cargo de analista judiciário, o vencimento básico previsto no texto varia entre R$ 7.323,60 e R$ 10.883,07, de acordo com a progressão na carreira. Já para o cargo de técnico judiciário, os vencimentos propostos estão entre R$ 4.363,94 e R$ 6.633,12. Por fim, para o cargo de auxiliar judiciário, a previsão para o vencimento básico varia de R$ 2.584,50 e R$ 3.928,39.

O relator na CCJ, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), deu parecer favorável ao projeto e à emenda da Comissão de Finanças e Tributação que estabelece claramente que os pagamentos desses aumentos estarão condicionados à existência de dotação orçamentária e autorização específica na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Parcelamento
Pelo texto, o aumento será implementado em parcelas sucessivas, não cumulativas, de acordo com os seguintes critérios:
- 20% a partir de julho de 2015;
- 40% a partir de dezembro de 2015;
- 55% a partir de julho de 2016;
- 70% a partir de dezembro de 2016;
- 85% a partir de julho de 2017;
- 100% a partir de dezembro de 2017.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Ralph Machado
Edição - Marcelo Oliveira

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'



Comentários

Regina Pereira | 10/03/2016 - 09h53
Gente.....O que que é isso? Esse poder Judiciário e MPU estão de brincadeira!!!! Enquanto vcs ganham um salário de no mínimo 7.000,00. O povo brasileiro está morrendo de fome...50% de aumento nem pensar.....
Rafael | 17/11/2015 - 15h44
Acho que antes de falar mal dos servidores do judiciário, vcs deveriam saber nosso lado. Nos estamos ha 9 anos sem aumento. Se o País está em crise, pra nos está mais que em crise. Vcs se lembram quanto ganhavam a 9 anos atrás? A verdade está do nosso lado, tanto que o governo está vendendo ministérios importantes como o da saúde e mesmo assim está com dificuldades de manter o veto 26. Na verdade a reposição salarial seria de 56% divididos em 6 parcelas, 1 por semestre, ou seja, menos de 9% ao ano, e esse índice a inflação já está. A proposta que está em vigor no PLC 28, está desatualizada.
Adriana Santana | 23/08/2015 - 01h15
O judiciário é o cancro desse país. O judiciário tem os maiores salários,e qual a justificativa para isso. A justiça no Brasil não funciona,então qual jus se dá esses salários e altíssimo. Esse salários saem dos nossos bolsos, dos dinheiro do povo.A população precisa de saúde,educação e segurança. Esses serviços sim são utilizados diariamente pelo povo, porém os servidores públicos que trabalham nessas áreas recebem as piores remunerações.Um enfermeiro que tem ensino superior recebe bem menos nenhum auxílio que um técnico do judiciário recebe que tem ensino médio.qual ajustiça disto?
  • Câmara Notícias
    Expediente
    Disque-Câmara: 0800 619 619

Mapa do Portal