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14/12/2011 - 19h51

Deputados criticam a criação de três fundações

Além dos partidos de oposição, vários deputados criticaram a proposta de uma previdência complementar para os servidores públicos federais (PL 1992/07). A principal crítica foi a divisão do fundo de previdência complementar em três, um para o Executivo, um para o Legislativo e outro para o Judiciário. Para Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), o problema é que a divisão fará com que os fundos percam em escala na aplicação e rendimentos, o que vai expor ainda mais a aposentadoria dos servidores aos riscos do mercado financeiro.

Faria de Sá lembrou também que o custo de transição elevará os gastos públicos, e só beneficiará as instituições onde serão aplicados os recursos. “Essa é uma solução cara para o Estado, mas ótima para o marcado de capitais”, comparou.

Crescimento
O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) questionou os números apresentados pelo governo, e disse que será difícil o crescimento previsto de 5% ao ano para os fundos propostos. “Além disso, só será viável para servidores que ingressem no serviço público aos 25 ou 30 anos, quem iniciar mais velho terá de trabalhar até os 70 anos”, ressaltou.

Ex-ministro da Previdência, o deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), um dos relatores da proposta, disse que o sistema de repartição garante a responsabilidade do Tesouro Nacional sobre a capitalização do fundo e sobre o pagamento das aposentadorias durante a transição. Para ele, as modificações colocaram o texto dentro da legalidade, o que é um grande avanço.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Marcello Larcher
Edição - Maria Clarice Dias

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'



Comentários

jocenildo | 11/12/2011 - 08h56
Será que os Magistrados Federal; Delagados da PF, MPF etc.. estaom concordando com tal projeto? cabe ressaltar que o projeto engolba todo Funcionalismo Publico Federal sem excluir qualquer categoria, pois esta é uma duvida deste cidadão.
Izildinha Aparecida Barra Paes | 08/12/2011 - 18h24
O celetista mais uma vez é esquecido, ninguem fala nada sobre o fator previdenciário, será que esse assunto só é de interesse em vespera de eleição que pena que as pessoas de bem nesse país sofram tanto com o descaso dos que deveriam defedender seus interesses.
Décio | 08/12/2011 - 14h00
Isto pode resolver, porém o rombo vai continuar, provocado pelos atuais servidores, todos deveriam ser englobados no mesmo fundo, não fazem isto porque quem paga é o trabalhador da inciativa privada, na Previdência deveriam ficar somente os trabalhadores da inciativa privada, iam ver quanto o governo rouba. Mesmo excluindo o FATOR PREVIDENCIÁRIO, é superavitária, paga o Rural e ainda sobra. Não excluem o Fator porque? Quem se aposenta cedo? Só a aposentadoria especial, contribuem por 15,20,25 anos e NÃO SE APLICA O FATOR PREVIDENCIÁRIO, JUSTIÇA IGUAL PARA TODOS.
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