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06/11/2018 - 13h42

Maia afirma que é importante votar reformas para que estado brasileiro não seja inviabilizado

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, defendeu novamente, nesta terça-feira, a necessidade de aprovação da reforma da Previdência.“As reformas são decisivas para esse novo ciclo da política que saiu das urnas. Talvez, a gente possa abrir um novo ciclo para o estado brasileiro que não puxe tanto do cidadão e devolva tão pouco. E que a previdência não seja uma previdência que beneficia os que ganham mais em detrimento dos que ganham menos”, afirmou Maia.

Segundo o presidente, não é uma tarefa fácil aprovar a proposta encaminhada pelo governo Temer. O mais provável é que o tema entre na pauta do governo Bolsonaro.“Hoje, alguns membros do novo governo já disseram isso [da dificuldade de votar a previdência neste ano]. Não me parece uma tarefa simples para esse momento, mas a política precisa entender que há uma urgência, porque precisamos organizar as despesas públicas”, ponderou Maia.

 A Constituição veda que propostas de emenda à Constituição sejam votadas pelo Plenário durante a vigência de intervenção federal. E a intervenção na segurança pública no Rio de Janeiro deve vigorar até o dia 31 de dezembro.

Maia é contrário à continuidade da intervenção. Segundo ele, a ação foi importante para ajudar a reorganizar a estrutura da secretaria da segurança pública do estado e a integrar as forças de segurança nos níveis federal e estadual.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Natalia Doederlein

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Comentários

Eduardo Oliveira | 20/11/2018 - 16h45
O eleitor de alguns estados merecem esses políticos eleitos e reeleitos... Ânsia,repugnância e asco é apelidos...
Josefina Siqueira Souza de Macedo | 20/11/2018 - 09h16
A CPI da previdência apontou que empresas devedoras, desonerações e contribuições sociais utilizadas em outras finalidades são algumas das razões para o desequilíbrio nas contas. Falta clareza nas contas da previdência para penalizar mais ainda o trabalhador. O governo concede sem pestanejar 16% para CTJ com efeito cascata de bilhões e governo ano passado deu isenção de 1 trilhão para as petrolíferas além de privatizar o nosso PRÉ Sal Sr,Rodrigo Maia, o problema não é o aposentado são vocês.
Marcio Martins | 19/11/2018 - 22h47
A contribuição previdenciária do servidor é bem maior do que os da iniciativa privada. O contribuinte do INSS não tem idade mínima para se aposentar, podendo se aposentar com 15 anos de contribuição até (quando lhe será exigido 60 anos de idade)ao passo que o servidor deve ter 60 anos no mínimo, além de 35 anos de contribuição (homem), sem qualquer possibilidade de poder antecipar sua aposentadoria, mesmo com proventos proporcionais (ao contrário dos trabalhadores em geral). O servidor continua contribuindo na inatividade, os do regime geral não. Receber proventos integrais, isso é privilégio?