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19/06/2008 - 10h14

Abong admite que é preciso aprimorar controle de ONGs

O advogado Alexandre Ciconello, representante da Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (Abong) em audiência pública da Comissão de Legislação Participativa, considerou leviana a afirmação feita pouco antes pelo presidente do Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas Comunitárias, Waldir Massaro, segundo a qual somente 10% das cerca de 300 mil ONGs que atuam no Brasil trabalhariam de fato.

"Essa afirmação homogeneíza esse universo de organizações, que é muito diferenciado. Há mecanismos de controle dos recursos públicos destinados às ONGs. O que é necessário é aprimorar esses mecanismos de controle, mas devemos atentar para o perigo da tentativa de controle político das organizações", defendeu. Ele classificou como autoritária a proposta de criação de uma política nacional para as ONGs.

Na audiência pública se discute a criação do Conselho Nacional de Assuntos Comunitários, destinado a orientar e fiscalizar o trabalho das ONGs.

A reunião ocorre no plenário 4.

Reportagem - Newton Araújo Jr.
Edição - Pierre Triboli


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