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13/06/2018 17h19

CCJ não chega a acordo para votar projeto que altera nomenclatura dos guardas municipais

Rogério Xavier | 21/06/2018 13h06
Acho que esses deputados contrário a esse projeto não estão preocupados com a segurança da população e sim apenas com a vaidade de alguns da polícia militar mais acreditamos na maioria dos deputados que votam a favor da população.
Rogério Xavier | 21/06/2018 13h01
Acho que esses deputados contrário a esse projeto não estão preocupados com a segurança da população e sim apenas com a vaidade de alguns da polícia militar mais acreditamos na maioria dos deputados que votam a favor da população.
CAIQUE DE OLIVEIRA SILVA | 16/06/2018 17h38
Olha o nivel dos deputados que temos, a exemplo esse capitão augusto, que usou como pretexto de nao ser contra as GMs pois estas são comandadas por PMs. É pra rir? Ou chorar? Existe uma lei aprovada e em vigor Capitão, esta lei federal determina o comando das guardas a servidores de carreira.
Luiz Gustavo | 16/06/2018 11h30
Querem ser policiais ? Inscrições abertas para a polícia Feferal ! Depois esses guardas reclamam que não são reconhecidos pela sociedade ! Como , se nem eles mesmos se aceitam , pois querem ser algo que não são , não são policiais , a constituinte de 88 não os elencou como instituição policial de segurança pública no caput do art 144 da CF/88 nao foi por acaso , pois nao é atribuída a guarda municipal o policiamento e patrulhamento das ruas , mas sim a vigilância e proteção de bens , serviços e instalações dos municípios. Não há dificuldade nenhuma em interpretar isso !
hernane vaz de abreu | 14/06/2018 19h19
Eu sou Guarda municipal, moro em uma cidade de fronteira do Estado do Amazonas, vivo e convivo com os problemas reais da sociedade, confrontando com a criminalidade, principalmente com o crime do trafico de drogas, onde por ser uma região de fronteira é a passagem de drogas. Com tudo isso a nossa juventude se expõe e mundo de de tráfico, usando como forma de geração de renda, isso gera conseguencia a violência onde nos serviços abordamos pessoas armadas com arma de fogo ou outros tipos de armas. A nossa vida corre diariamente risco de todos os tamanhos,toda mudança para a segurança é ótimo.
Wanderley Neres da Silva | 14/06/2018 17h10
É senhor Carlos Alberto, Sou GCM e te digo, saio de casa, me despeço de minha família sem saber se volto pra ela, quando estou nas ruas e vejo pessoas que nunca vi em alguma situação de risco as defendo com minha própria vida sem pestanejar.Digo isso porque para servir uma sociedade que nunca reconhece meu trabalho, e nem eu espero isto,tem que ter vocação, sabe porque? Quando consigo servir o cidadão de forma gloriosa, eu me reconheço, e é isso que importa. Portanto não me importo em ser ou não chamado de polícia, mas faço o mesmo trabalho de qualquer policia de rua.Só quero retornar vivo.
Ailton Bologna | 14/06/2018 16h09
Sr Carlos Alberto, nota-se que o sr não é do meio da segurança pública. Para começar, nenhum dos profissionais elencados pelo sr estão na Constituição Federal inseridos no Art 144 e demais incisos como constituintes da Segurança Pública, que é o Tema que trata o Artigo. Além de não estarem na Carta Magna, no art. mencionado, tampouco são eles nomeados em concurso público e nem representam o Estado de direito ou seja, quando houver mudança na CF de 88 e inserirem os profissionais elencados em seu desastroso comentário, aí sim sinta-se a vontade para emitir alguma opinião neste sentido.
Jose Roberto | 14/06/2018 11h51
Enquanto não for alterado o texto constitucional (art. 144, §8º), estabelecendo a real competência e atribuição das Guardas Municipais, a celeuma continua e a população fica cada vez mais exposta à criminalidade. Nossos legisladores não tiveram coragem suficiente para fazer essa modificação já na Constituinte (1988), século passado e muito menos agora, pleno século XXI. Motivo: absoluta inexistência de vontade política nesse sentido. Pra combater a insegurança é preciso recepcionar qualquer tipo de ajuda e não rejeitá-la sob alegações infundadas, lobistas e falaciosas. Tem criminoso pra todos.
Alexandre Garcia | 14/06/2018 10h37
Excelentíssimo SR Carlos Alberto, Esse seu humildade comentário parece ser um pouco infeliz, pq se o profissional do seu condomínio, porteiro, mudar a nomenclatura para POLICIA dentro do seu condomínio, não vai mudar na capacidade técnica, tão pouco na ombridade da profissão, que ele exerce, também para o profissional que cuida dos bancos e repartição que guardam também o seu dinheiro, caso alterassem a nomenclatura, não deixariam de serem tão bons quanto já são no desempenho de suas funções, aliás a nomenclatura só deixa explícito, a atividade de fiscalização que o profissional exerce.
Marcos Vieira | 14/06/2018 10h30
Os deputados que e contra esse projeto devia para e pensa melhor, os Órgãos de Segurança tem que se unir para buscar mais recursos nessa área da Segurança, ex. olha o Crime Organizado cada vez se modificando, se estruturando (o nome já diz Crime Organizado), e por isso que as Policias do nosso Brasil tem que se unir para combater e não se dividir e entrar em conflitos, alguns deputados faz maior questão só por causa de uma simples mudança de nomenclatura de Guarda Municipal para Policia Municipal, vamos se unir mais no combate aos crimes.
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